Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Em debate, Boulos responde que defende PM que trata igual morador de periferia e do centro

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Durante debate da Record e do Estadão entre os candidatos à Prefeitura de São Paulo, o atual prefeito e candidato à reeleição, Ricardo Nunes (MDB), perguntou ao seu adversário, Guilherme Boulos (PSOL), se ele é a favor do fim da Polícia Militar, do aborto e da descriminalização das drogas. "Vou fazer uma pergunta muito objetiva, e gostaria que você pudesse falar 'sim' ou 'não': você já foi a favor da liberação de drogas? Sim ou não? Você já foi a favor do fim da Polícia Militar? Sim ou não? Você já foi a favor da legalização do aborto? Sim ou não?", questionou Nunes.

No começo da resposta, Boulos voltou a repetir que defende o modelo da polícia que dá certo na Europa. "Em relação à polícia, eu já disse claramente qual é a minha posição: defendo um modelo que dá certo na Europa, que trata o crime com rigor, mas trata igual quem mora na periferia e quem mora no centro, trata igual o rico ou pobre, diferente do que você e seu vice defendem."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Ele também retrucou sobre as drogas, dizendo que Nunes tem "dificuldade" em separar quem é traficante e quem é dependente. "Em relação a drogas, existe uma diferença muito clara entre eu e você: você, às vezes, tem dificuldade em separar quem é traficante e quem é dependente. O traficante é caso de polícia, é criminoso. O dependente químico precisa ser preso ou tratado e resgatado? Acho que precisa ser tratado e resgatado. Nunes defende que seja preso."

Sobre aborto, Boulos disse que defende a vida, mas que há mecanismos na lei que permitem a interrupção da gravidez. "O prefeito tem que cumprir a lei. Defendo a vida da criança, da mãe e da menina. A lei diz, de forma muito clara, que uma mulher pode interromper a gravidez em caso de estupro, risco de vida ou que o feto não vá sobreviver."

O candidato também acusou o prefeito de ter gente "muito suspeita" por perto. "Você tem gente muito suspeita do seu lado. Você tem, por exemplo, Eduardo Olivatto, que é cunhado de Marcola, do PCC, liberando dinheiro de obra da prefeitura".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV