Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Diretor-geral da PF diz que corte no orçamento da corporação 'não é aceitável'

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues, criticou nesta sexta-feira, 6, o corte no orçamento da corporação e destacou a necessidade de se ter um "financiamento definitivo" para a segurança pública, assim como se tem na saúde e na educação.

"Não é aceitável que nós façamos um planejamento de um ano, projeto de lei, lei orçamentária, tudo aprovado, tudo bonito, (mas) a gente começa a execução e simplesmente acaba os nossos meios para fazer aquilo que a gente planejou, e aí os resultados não vêm", afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Conforme mostrou o Estadão nesta quinta-feira, 06, a PF foi um dos órgãos atingidos pelo corte de R$ 5,8 bilhões em despesas não obrigatórias no Orçamento neste ano. De acordo com a corporação, o bloqueio poderá impactar a realização de investigações e operações, a segurança das reuniões do G20, as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras, emissão de passaportes e mesmo a manutenção de serviços básicos, como o pagamento de aluguéis e o abastecimento de viaturas.

Andrei Rodrigues participou nesta manhã do Seminário Internacional sobre Segurança Pública, Direitos Humanos e Democracia, promovido pelo Iree em parceria com o IDP. A mesa contou com a participação dos ex-diretores da PF Paulo Gustavo Maiurino (2021-2022) e Leandro Daiello (2011-2017).

"Nós já propusemos uma PEC Proposta de Emenda à Constituição para que se tenha uma garantia de um financiamento para a segurança pública. Assim como o descontingenciamento do Funapol Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-Fim da Polícia Federal", disse Rodrigues.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Citado pelo diretor-geral, o Funapol foi instituído em novembro de 1997 e é formado por recursos de taxas de serviços como emissão de passaporte, porte de armas, certificados de formação de vigilantes, inscrição em concurso público e alienação de bens móveis.

"A polícia é superavitária. Se nós deixarmos todas as taxas que arrecadamos, todos os valores arrecadados, para a nossa área de polícia administrativa, os nossos investimentos são cobertos por esse fundo. Só que o nosso fundo é contingenciado. Então, nada está resolvido", afirmou.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV