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Diretor do DCE da UnB é retirado à força do Senado durante votação do novo ensino médio

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O estudante de geografia e diretor do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade de Brasília (UnB), Caio Sad, foi retirado à força da sessão da Comissão de Educação do Senado Federal durante votação para o Novo Ensino Médio, nesta quarta-feira, 19.

"Por que os estudantes não podem opinar? Por que os estudantes estão sendo agredidos nessa comissão? Isso é um absurdo! Os estudantes estão sendo agredidos nessa comissão! A gente está fazendo uma manifestação silenciosa contra o absurdo que é esse projeto e a gente está sendo agredido", diz Caio ao ser contido por seguranças.

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O momento foi gravado e publicados nas redes sociais do DCE. Nas imagens, é possível ver Caio sendo levando pelos corredores do Senado à força para fora da sessão.

Caio protestava contra o projeto do Novo Ensino Médio, que propõe mudanças na carga horária e no currículo dos estudantes do Brasil.

Ao Estadão, o diretor do DCE conta que, junto a grupo de estudantes, foi à sessão para acompanhar a votação. Ele conta que levaram cartazes demonstrando a contrariedade ao PL.

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"A gente decidiu levantar os cartazes em uma manifestação silenciosa sobre esse tema. Eu levantei um cartaz em que estava escrito: 'revogação completa da reforma no ensino médio'. Nesse momento, a segurança do Senado chegou tomando o cartaz da nossa mão, dizendo que não é permitido levantar cartazes no Senado", relata Sad.

Segundo o estudante, ao serem questionados sobre o motivo, os seguranças não deram explicação sobre a proibição e pediram para que os manifestantes se retirassem.

"Dissemos que estávamos ali de forma silenciosa para acompanhar a votação e levantamos o cartaz para expressar nossa opinião. Nesse momento, ele os seguranças segurou pelo braço e começou a tirar a gente da sala", diz.

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A reportagem entrou em contato com a assessoria do Senado, mas não teve retorno até o momento da publicação deste conteúdo.

Durante a sessão, a Comissão de Educação aprovou o Projeto de Lei sobre a reforma. O próximo passo é avaliação, com pedido de urgência, pelo Plenário da Casa.

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