Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Deputado que discursou contra anistia aciona Polícia Legislativa e pede escolta após ameaças

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O deputado federal Túlio Gadêlha (Rede-PE) pediu escolta armada à Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados. O parlamentar diz que recebeu ameaças após discursar contra o projeto de lei que anistia os presos do 8 de Janeiro na sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa na quarta-feira, 11.

Edjane da Cunha, viúva de Cleriston Pereira da Cunha, o "Clezão" - um desses detidos, morto após passar mal no Complexo Penitenciário da Papuda -, protestou com gritos à fala do parlamentar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Procurada para se manifestar sobre o pedido, Câmara não respondeu até a publicação deste texto.

"Eu fico de coração partido porque, muitas vezes, essas senhoras não respondem pelos atos dos seus maridos, seus esposos, mas fico ainda mais indignado porque há colegas que vêm ao microfone e à tribuna dizer que não foi cometido crime, que isso não é crime", afirmou Gadêlha.

"Todo o mundo tem o direito de falar, mas vamos respeitar a dor de uma viúva", argumentou a presidente da CCJ, Caroline de Toni (PL-SC).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo a equipe do gabinete de Gadêlha, o deputado recebeu e-mails, mensagens no WhatsApp do mandato e telefonemas com xingamentos e ameaças.

O parlamentar expôs algumas dessas mensagens. "Eu gastaria meu réu primário com muito orgulho e te mandava para o colo do capeta", disse um usuário em uma publicação no Instagram. "Contrata segurança que o pau vai torar", escreveu uma pessoa em mensagem por WhatsApp.

"Criticar, discordar, é uma coisa. Outra coisa é ameaçar. Isso sim é coisa de polícia, assim como ameaçar instituições brasileiras", afirmou Gadêlha.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV