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Deputado petista manda outro 'virar homem' e causa briga na Câmara

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O começo da sessão da Câmara da tarde desta quarta-feira, 5, foi marcado por uma briga entre os deputados Gilvan da Federal (PL-ES) e Paulo Guedes (PT-MG). O petista rebateu o discurso do capixaba falando para ele "virar homem", o que provocou uma confusão generalizada que precisou da intervenção do presidente da sessão, Gilberto Nascimento (PSD-SP), para se apaziguar.

A sessão foi aberta com discursos dos parlamentares sobre as propostas com votação prevista para quarta. Com uma bandeira do Brasil sobre os ombros, Gilvan da Federal prestou solidariedade ao deputado Gustavo Gayer (PL-GO), contra quem a Advocacia-Geral da União ofereceu denúncia pelo crime de racismo. "Você, irmão, é uma voz. Uma voz não só de Goiás, mas uma voz do povo brasileiro."

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Em seguida, ele criticou a reforma tributária e adiantou que seu voto será contrário. "Se hoje a Câmara não rejeitar esse absurdo, vão 'se ferrar'. 'Faz o L' aí para comer picanha e tomar cerveja. Vai tomar um aumento em todos os impostos para deixar de ser otário", disse o deputado.

Gilvan também reclamou de uma suposta falta de trabalho para os parlamentares. "Estou indignado com o que estão fazendo com a gente. Convocaram aqui segunda-feira (3), não fizemos nada. Ontem, terça-feira (4), não fizemos nada." Ele chamou Lula de "charlatão" e "ladrão". Os bolsonaristas devem votar em massa contra o projeto.

Um parlamentar do Podemos fez uso da palavra e, depois, o deputado Paulo Guedes subiu à tribuna e rebateu as falas de Gilvan. "É uma fala mentirosa, uma fala de ódio." Em seguida, o petista falou "nós não precisamos do senhor se enrolar em uma bandeira para enganar as pessoas. Seja brasileiro, seja homem, rapaz. Isso é covarde".

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Essa fala foi o estopim da confusão. Um tumulto generalizado se instaurou no Plenário e outras pessoas precisaram intervir para separar a briga. "Eu sei que isso é do parlamento, mas eu vou pedir tranquilidade aos senhores", disse Nascimento, que presidiu a sessão.

Ele tocou a campainha da Casa e, depois de alguns instantes, quando a confusão se apaziguou, os demais deputados inscritos retomaram a ordem das falas. A expectativa é de que a reforma tributária seja votada na Câmara até o final desta semana.

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