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Deputado não demite assessor que se envolveu em confusão no fim da CPMI do 8/1

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O deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) desistiu de demitir o assessor que se envolveu em uma confusão nos corredores do Senado na noite desta quarta-feira, 18, durante uma caminhada de parlamentares governistas após o fim da CPMI do 8 de Janeiro. Poucas horas após o incidente, Jordy afirmou que iria exonerar o servidor, mas nesta quinta-feira, 19, segundo ele, após analisar as imagens do tumulto ficou demonstrado que "Rodrigo Duarte Bastos não agrediu quem quer que seja". "Analisando as imagens recebidas, demonstrando que o assessor parlamentar Rodrigo Duarte Bastos não agrediu quem quer que seja, não há razão para sua exoneração. Embora não concorde com a postura de discussões políticas no interior da Câmara, pois ele é um servidor da Casa, isso não é razão para exonerá-lo. Já o repreendi para que não incorra no mesmo erro novamente. Tenho certeza que servirá de lição para que não reincida neste tipo de conduta", diz o deputado. O tumulto começou ao fim da CPMI com a aprovação do relatório que pede que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais 60 pessoas sejam responsabilizadas criminalmente pelos atos antidemocráticos que destruíram as sedes dos Três Poderes em Brasília. Durante a caminhada dos parlamentares no Salão Azul do Senado Federal, Rodrigo Duarte Bastos, lotado desde 22 de março de 2021 no gabinete de Jordy, passou a protestar incisivamente contra os parlamentares que participavam da marcha. Aos gritos, cobrou dos deputados e senadores uma reação aos ataques terroristas do Hamas em Israel. Bastos filmava e gritava que os parlamentares governistas classificam os membros do Hamas como militantes. "O povo do Hamas é terrorista. Terroristas, terroristas!", dizia ele. O tumulto se instalou no momento em que o celular de Bastos caiu na cabeça da senadora Soraya Thronicke (União Brasil-MS) após o assessor levar um tapa na mão do deputado Rogério Correia (PT-MG). A senadora Soraya diz que foi atingida na cabeça por um aparelho celular e que os fatos estão sendo apurados pela Polícia Legislativa, que tem acesso às câmeras do Senado Federal e é o órgão competente para averiguar o ocorrido. O assessor do deputado já foi acusado de espancar o seu pastor por conta de uma dívida e de atropelar o cachorro da vizinha. Rodrigo já foi denunciado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) por tentativa de homicídio após espancar seu pastor e líder espiritual. O

Estadão

teve acesso à íntegra do processo. As agressões ocorreram no dia 13 de fevereiro de 2017, no centro de Niterói, Rio de Janeiro. A vítima chegou a ficar desacordada por causa dos socos e pontapés. Testemunhas contaram que Rodrigo chamou o pastor de "viado" e gritava "vou te matar, vou te matar" enquanto o espancava. Rodrigo foi procurado pela reportagem, mas ainda não se manifestou.

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