Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Deputado Dorinaldo Malafaia, da Frente de vacinação, denuncia Bolsonaro por fraude em cartão

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O deputado Dorinaldo Malafaia (PDT-AP), que é o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Vacina da Câmara dos Deputados, apresentou nesta quarta-feira, 20, uma representação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Ministério Público Federal (MPF) por fraudar cartões de vacina contra a covid-19. Bolsonaro foi indiciado pela Polícia Federal (PF) nesta terça-feira, 19, pelos crimes de associação criminosa e inserção de dados falsos em sistema de informação.

De acordo com Malafaia, Bolsonaro cometeu "crimes contra a saúde pública" por ter deixado de se vacinar contra o coronavírus enquanto era presidente. O parlamentar pediu para que o MPF inicie uma investigação completa acerca das denúncias apresentadas pela PF contra o ex-chefe do Executivo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Jair Bolsonaro cometeu crimes contra a saúde ao deixar de se vacinar contra a covid-19 enquanto era presidente do Brasil. O não cumprimento das medidas de prevenção, como promover aglomerações e não usar máscara contribuiu para a disseminação da doença, configurando infrações graves contra a saúde pública", diz a denúncia do deputado.

Com o final das investigações sobre a fraude de cartões de vacinas, a apresentação de uma denúncia à Justiça pelo MPF é o próximo passo para que a investigação contra o ex-presidente prossiga. O Ministério Público pode dar andamento ao caso ou discordar da conclusão entregue pela autoridade policial.

Além de Bolsonaro, também foram indiciados outras 16 pessoas entre militares, servidores públicos e ex-assessores do ex-presidente. Segundo a PF, o ex-chefe do Executivo ordenou que o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência, fraudasse o cartão dele e o da filha, Laura. As irregularidades investigadas pela corporação foram feitas nos sistemas de unidades de saúde de Duque de Caxias (RJ) e Cabeceiras (GO).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O indiciamento de Bolsonaro repercutiu na imprensa internacional, que destacou que o caso das fraudes nos cartões de vacina é apenas uma das investigações que miram Bolsonaro. O ex-presidente também é investigado pela organização de milícias digitais, por vender ilegalmente joias da Presidência da República e por planejar um golpe de Estado após as eleições de 2022.

Nas redes sociais, políticos da base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e da oposição também comentaram sobre o indiciamento. Os aliados de Lula cobraram a punição do ex-presidente e dos seus aliados, enquanto políticos bolsonaristas buscaram minimizar as provas da PF.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV