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Defesa recorre de decisão do TSE que tornou Jair Bolsonaro inelegível

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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recorreu contra a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o tornou inelegível até 2030, por abuso de poder político e uso indevidos dos meios de comunicação. O recurso apresentado nesta segunda-feira, 7, questiona a inclusão da "minuta do golpe" no processo e afirma que o "documento novo" foi adicionado em um momento da tramitação que não era mais possível.

Além disso, a defesa de Bolsonaro argumenta que o ex-presidente teve o direito à ampla defesa cerceado, uma vez que as questões processuais apresentadas previamente não foram analisadas. Cita também a dispensa indevida de testemunha como uma suposta nulidade no processo.

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Os advogados apresentaram os chamados embargos de declaração, tipo de recurso para questionar omissões, contradições ou pontos que ainda necessitam ser explicados no processo. A análise do pedido cabe ao relator, ministro Benedito Gonçalves, que depois pode levar o caso ao plenário.

Em junho de 2023, por 5 votos a 2, a Corte Eleitoral decidiu que Bolsonaro usou do cargo para espalhar desinformação sobre o sistema eletrônico de votação, na tentativa de ter ganhos eleitorais, atacar o TSE e fazer "ameaças veladas". Para o Tribunal, a conduta do ex-chefe do Executivo impactou diretamente o pleito.

O ponto de partida do processo foi uma reunião de Bolsonaro com embaixadores estrangeiros em julho de 2022. Durante o encontro, o ex-chefe do Executivo repetiu a tese, sem apresentar provas, de que o sistema eleitoral brasileiro é passível de fraudes. "Eu sou acusado o tempo todo de querer dar o golpe, mas estou questionando antes porque temos tempo ainda de resolver esse problema", disse na época, ao apresentar um PowerPoint com desconfianças e ataques a ministros do STF.

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Fora das disputas eleitorais

Segundo a decisão, os oito anos sem poder concorrer às eleições são contados de forma corrida a partir do primeiro turno da eleição de 2022, ou seja, dia 2 de outubro. Dessa forma, Bolsonaro não poderá disputar as eleições municipais de 2024 e 2028 e as eleições gerais de 2026. A decisão da inelegibilidade não acarreta na perda ou na suspensão dos direitos políticos do ex-presidente como direito ao voto e de participação na organização partidária.

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