Política

CPI do MEC será aberta, mas instalação será apenas depois das eleições

De acordo com o Rodrigo Pacheco, a decisão de esperar o fim do pleito para iniciar as investigações foi tomada pela "ampla maioria dos líderes"

Da Redação ·
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A decisão de Pacheco foi tomada durante reunião remota com líderes na manhã desta terça (05)
fonte: Agência Senado
A decisão de Pacheco foi tomada durante reunião remota com líderes na manhã desta terça (05)

Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado, prometeu que irá ler, ainda nesta semana, o requerimento para a abertura da CPI do MEC. Ele informou, no entanto, que o início dos trabalhos da comissão ficará apenas para depois das eleições que acontecerão em outubro.

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A informação foi confirmada pelo próprio Pacheco por meio do seu perfil do Twitter, no qual também comunicou a abertura de outras CPIs no Senado defendidas por governistas.  O senador disse que a decisão de esperar o fim do pleito foi tomada pela "ampla maioria dos líderes".

“A ampla maioria dos líderes entende que a instalação de todas elas deve acontecer após o período eleitoral, permitindo-se a participação de todos os senadores e evitando-se a contaminação das investigações pelo processo eleitoral”, escreveu o presidente da Casa.

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O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), autor do requerimento para a CPI do MEC, espera que a leitura em plenário aconteça nesta quarta-feira (06). Já aliados de Pacheco esperam que ele leia o requerimento somente na quinta-feira (07), para que haja tempo para resolver "questões burocráticas".

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A decisão de Pacheco foi tomada durante reunião remota com líderes na manhã desta terça (05). Além da comissão para apurar suposto esquema de corrupção no MEC envolvendo pastores, ele informou que abrirá outras CPIs. Entre elas, para investigar o desmatamento ilegal na Amazônia e outra para apurar o crime organizado e narcotráfico.


Fonte: Informações do Metrópoles.

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