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CPI do INSS cancela um dos depoimentos; Polícia do Senado não localiza investigado

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A CPI do INSS cancelou um dos dois depoimentos que estavam previstos para esta segunda-feira, 2. O advogado Cecílio Galvão, que recebeu R$ 4 milhões de associações acusadas de efetuar descontos ilegais em aposentadorias, foi alvo de um pedido de condução coercitiva da comissão, mas não foi encontrado pela Polícia Legislativa do Senado.

Ele aparece em relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) como destinatário de repasses da Associação de Amparo aos Aposentados e Pensionistas do Brasil (Ampaben) e da União Brasileira de Aposentados da Previdência (Unibap), apontadas como entidades envolvidas no esquema.

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Os pagamentos eram referentes a serviços de intermediação para a assinatura de acordos de cooperação técnica com o INSS, que viabilizaram os descontos. A convocação dele foi aprovada por requerimento protocolado pelo relator da CPI, o deputado Alfredo Gaspar (União-AL).

Já Aline Bárbara Mota de Sá Cabral é esperada para depor. Ela trabalhou como secretária e, posteriormente, como gerente administrativa de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. Ela seria responsável por operacionalizar centrais compras e recursos humanos das empresas dele.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator da operação Sem Desconto na Corte, deu a Aline o direito de ficar em silêncio durante o depoimento.

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