Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Comissão do Senado vai pedir documentos sobre o Master e convocar envolvidos, diz Renan

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, Renan Calheiros (MDB-AL), disse que o colegiado vai pedir cópias de documentos e convocar envolvidos na investigação sobre supostas fraudes cometidas por executivos do Banco Master.

Ele também criticou a atuação do Tribunal de Contas da União (TCU), que abriu apuração sobre a decisão do Banco Central de liquidar a instituição financeira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Vamos requisitar todos os documentos já existentes sobre o Banco Master no Banco Central, no Tribunal de Contas da União na CVM e os inquéritos da Polícia Federal", diz o parlamentar em vídeo publicado no X.

As investigações conduzidas pela Polícia Federal sob a relatoria do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), estão sob sigilo, assim como os trabalhos do TCU e do BC sobre o caso.

O ministro do TCU Jhonatan de Jesus foi alvo de críticas após abrir inspeção contra o Banco Central e questionar a decisão de liquidação do Master. A medida foi lida como um avanço sobre prerrogativas regulatórias da autoridade monetária. Calheiros aproveitou o caso para fazer ataques ao ex-presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), seu adversário regional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O TCU, por exemplo, é um braço do legislativo para proteger os interesses do País, e não para encobrir malfeitos. Nós temos recebidos informação de uma forte pressão do presidente da Câmara dos Deputados e do ex-presidente sobre um setor do TCU", disse Renan.

O senador também criticou Toffoli. "Ele tem que tornar as coisas públicas", disse. O ministro chegou a determinar que provas coletadas em busca e apreensão ficassem custodiadas no STF, mas recuou e permitiu que a extração do material fosse realizada pela PF e pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline