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Celso Sabino sobre ministério: 'Se essa missão me foi incumbida, vou buscar máximo empenho'

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O deputado Celso Sabino (União Brasil-PA) disse nesta terça-feira, 27, que, a pedido de seu partido, tem evitado comentar a possibilidade de se tornar ministro do Turismo até que o governo Lula tenha uma posição oficial. O parlamentar ressaltou, contudo, que buscará se empenhar no cargo caso seja, de fato, nomeado. "Se essa missão me foi incumbida, nós vamos buscar exercer com o máximo de empenho, o máximo de trabalho possível", declarou a jornalistas após o lançamento da Frente Parlamentar Mista da Transparência Pública, no Salão Nobre da Câmara.

Ao ser questionado sobre o encontro que teve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Belém (PA), no último dia 17, durante um evento para formalizar a capital do Pará como sede da COP 30, Sabino aproveitou para comentar que a Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2025, será importante para o setor do Turismo no País.

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"Foi uma vitória importantíssima para o Brasil ter conseguido trazer uma COP para cá. Vai beneficiar não só a cidade de Belém, o Estado do Pará, mas todo o Brasil, porque turistas que vão vir do mundo todo, da China, do Egito, vão vir para o Brasil participar da COP, mas nós sabemos que não vão ficar só em Belém", afirmou o deputado cotado para assumir o Ministério do Turismo no lugar de Daniela Carneiro (União Brasil-RJ).

A conversa com Lula, de acordo com Sabino, foi "tranquila" e "agradável" e tratou de "vários assuntos" que ele não quis detalhar. "Eu estou aqui com uma orientação do meu partido, dos meus colegas deputados para evitar dar entrevistas em relação a essa questão, enquanto nós não tivermos efetivamente, oficialmente uma posição do governo", disse.

Sabino ressaltou que tem trabalhado em seu mandato na Câmara e capitaneado iniciativas no Congresso como a instalação da Frente Parlamentar Mista da Transparência Pública, que contou hoje com a presença do ministro Jhonatan de Jesus, do Tribunal de Contas da União (TCU), indicado para o cargo pela Câmara. Ao ser questionado sobre possíveis reuniões para definir sua ida para o ministério, o deputado ressaltou que boa parte da classe política está em Lisboa nesta semana para participar de um fórum do Instituto de Direito Público (IDP), que tem o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), como sócio-fundador.

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"Acho que cabe ao governo, cabe ao presidente Lula, ao seu tempo, da forma como entender melhor, montar sua equipe e formar o seu time. Eu sou um funcionário do povo brasileiro, dos cidadãos do Pará, por onde fui eleito. Estou à disposição do meu partido, sou fiel, sou leal aos deputados do União Brasil. Se essa missão me foi incumbida, nós vamos buscar exercer com o máximo de empenho, o máximo de trabalho possível", afirmou, em referência ao ministério.

A troca de Daniela por Sabino no comando do Ministério do Turismo faz parte de uma tentativa de Lula de melhorar a relação com a Câmara após os deputados terem ameaçado derrubar a estrutura ministerial do governo no final de maio, durante a votação da Medida Provisória (MP) que deu forma à Esplanada, para mandar um recado de insatisfação com a articulação política do Palácio do Planalto. As reclamações estavam relacionadas à demora na liberação de emendas e à falta de nomeações de aliados para cargos regionais.

Apesar de o União Brasil ter três ministérios, os deputados não se sentem representados na Esplanada. Daniela foi nomeada no Turismo pelo apoio que ela e o marido, Wagner Carneiro, o Waguinho, prefeito de Belford Roxo (RJ), deram a Lula na eleição presidencial. Os outros ministros do partido, Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional) e Juscelino Filho (Comunicações), são considerados indicações do senador Davi Alcolumbre (União-AP).

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Lula prometeu a troca no Turismo em uma conversa com o líder do União Brasil, Elmar Nascimento (BA), no dia da votação da MP da Esplanada. O anúncio oficial, contudo, ainda não foi feito. Elmar quer levar um ministério "com a porteira fechada", o que incluiria o comando da Embratur, hoje presidida por Marcelo Freixo (PT). Além disso, o deputado pediu o controle dos Correios.

Waguinho, que migrou do União Brasil para o Republicanos após uma desavença com o presidente nacional de seu antigo partido, Luciano Bivar (PE), criticou publicamente a articulação para tirar a esposa da Esplanada. Em resposta, a bancada do União na Câmara chegou a fazer um abaixo-assinado em apoio ao nome de Sabino para o comando do ministério. Daniela pediu à Justiça Eleitoral a desfiliação do União e também deve ingressar no Republicanos, sigla que descarta integrar a base do governo.

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