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Boulos diz que vai a debate da Record após faltar em último confronto entre candidatos

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Após faltar no debate eleitoral organizado pela revista Veja, o candidato do PSOL a prefeito de São Paulo, deputado federal Guilherme Boulos, disse nesta terça-feira, 20, que vai participar do debate que será realizado pela TV Record no fim de setembro. Como o Estadão mostrou, o psolista e o prefeito Ricardo Nunes (MDB), que lideram em intenção de voto, devem priorizar os debates transmitidos pela televisão.

Em entrevista ao programa Balanço Geral, da TV Record, Boulos afirmou que considera os debates importantes para discutir propostas para a cidade, mas criticou o baixo nível dos dois últimos encontros. "Quem quiser baixaria, não conte comigo", declarou o parlamentar. "Vou participar, por exemplo, do debate da Record e de outros debates que vamos fazer para apresentar propostas para a cidade", acrescentou.

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A campanha do PSOL já havia expressado insatisfação com o resultado dos últimos debates, nos quais o influenciador Pablo Marçal (PRTB) usou o espaço para atacar adversários e lançar frases de efeito, que depois são divulgadas em suas redes sociais como "cortes" - vídeos curtos e descontextualizados. Interlocutores de Boulos dizem que estão em contato com veículos de comunicação para garantir que as regras dos debates sejam cumpridas e que os candidatos que as desrespeitarem sejam punidos. A participação de Boulos nos próximos debates dependerá desses ajustes.

Relação com Tarcísio

Durante a entrevista, Boulos disse ainda que o projeto do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) para levar a sede da administração estadual para o centro da capital paulista precisa "ser melhor estudado". "Você não pode fazer isso removendo pessoas que moram lá, tratando pessoas como se não fossem nada, tirar as pessoas de lá e botar num auxílio aluguel de R$ 400 que hoje não aluga nem um cômodo e deixar ela largada", disse.

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O candidato do PSOL, no entanto, ponderou que, caso seja eleito, pretende ter uma relação com Tarcísio semelhante a que o governador tem com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). "O Lula é adversário do Tarcísio, certo? Eles são de partidos diferentes, pensam diferentes. Isso não impediu o Lula de trazer R$ 10 bilhões do PAC em parceria com o governo do Estado para São Paulo", exemplificou.

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