Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Política

publicidade
POLÍTICA

Bolsonaro viaja para ser homenageado em Goiás em meio a cerco do STF no caso das joias

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O ex-presidente Jair Bolsonaro decidiu manter seus compromissos e viajou para Goiânia, onde será homenageado nesta sexta-feira, 18, após a decisão de que seu ex-ajudante de ordens Mauro Cid irá confessar que vendeu joias recebidas em agendas oficiais da Presidência a pedido do ex-chefe. Bolsonaro será receberá o título de cidadão goiano. Organizada pela Assembleia Legislativa de Goiás, a sessão solene será reserva apenas a autoridades. Ao final do evento, o ex-presidente terá um encontro com apoiadores em um dos auditórios da Casa. O Estado governado por Ronaldo Caiado é um reduto bolsonarista. A manutenção da agenda, com direito a encontro com a base de apoio, dão ares de normalidade ao entorno de Bolsonaro, em meio aos avanços das investigações que atingem o ex-presidente. Na quinta-feira, 17, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes acolheu o pedido da Polícia Federal (PF) de quebra dos sigilos fiscal e bancário de Bolsonaro e da ex-primeira-dama Michelle. A decisão foi emitida três horas após a revista

Veja

publicar reportagem com a declaração do advogado de Mauro Cid, o criminalista Cezar Bitencourt, de que o seu cliente vai atribuir a Bolsonaro a ordem para que ele vendesse joias desviadas do acervo público da Presidência. Também na quinta-feira, o hacker Walter Delgatti Netto disse à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro que Bolsonaro o ofereceu indulto para que invadisse o sistema das urnas eletrônicas. O denunciante ainda afirmou que o ex-presidente pediu que ele assumisse a autoria de um suposto grampo ilegal que teria flagrado conversas comprometedoras do ministro Alexandre de Moraes. Delgatti não apresentou provas durante o depoimento. Bolsonaro reagiu ao depoimento do hacker com a prestação de uma queixa-crime por injúria. O ex-presidente e seus aliados assumiram que houve o encontro com Delgatti, mas alegaram que o restante da história narrada pelo hacker seria mera "fantasia". Assessor do ex-presidente, Fábio Wajngarten disse que Delgatti "mente, mente, mente." Sobre a confissão de Mauro Cid, Bolsonaro negou que tenha recebido recursos de seu ex-ajudante de ordens e que tenha mandado vender presentes. Ele chamou de "camicase" a estratégia do militar, que está preso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Política

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV