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Ato convocado por Bolsonaro tem baixo quórum de seus principais herdeiros políticos

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A convocação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para uma manifestação na Avenida Paulista no próximo dia 25, uma reação às investigações da Polícia Federal que lhe atingem, ainda conta com um quórum pequeno dos seus principais herdeiros políticos. Dos mais proeminentes, confirmaram presença até agora o governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos), e o senador Marco Pontes (PL-SP).

Ricardo Nunes (MDB), que quer o apoio do ex-presidente na sua campanha de reeleição, não respondeu se estará ou não no palanque como um aliado de Bolsonaro. Já o deputado federal Ricardo Salles (PL-SP), ex-ministro do Meio Ambiente da última gestão, chegou a compartilhar o vídeo anunciando o ato nas redes sociais, mas, procurado pela reportagem, não respondeu se deve comparecer presencialmente no ato. O deputado era a escolha de Bolsonaro na disputa pela prefeitura de São Paulo, mas desistiu da corrida porque Valdemar da Costa Neto, líder do PL, formou uma aliança com Nunes.

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Na seara dos ex-ministros, Tereza Cristina (PP-MS) e Damares Alves (Republicanos-DF), que comandaram, respectivamente, as pastas da Agricultura e da Mulher, também não devem estar no evento devido a conflito de agendas. O deputado federal Sergio Moro (União Brasil-PR), que atuou como ministro da Justiça de Bolsonaro - antes de uma cisão e, posteriormente, uma reaproximação - não quis comentar sobre o tema.

Entre os governadores, Jorginho Mello (PL), de Santa Catarina, vai estar em uma viagem internacional para os Emirados Árabes, compromisso que estava na sua agenda há mais de mês, segundo sua assessoria. O governador de Minas, Romeu Zema (Novo), não bateu o martelo. "Ainda sem previsão", afirmou a assessoria sobre a possibilidade de o governador comparecer ao ato. Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) não respondeu à reportagem até o fechamento deste texto.

Entre os que demonstraram a intenção de estar junto do presidente no ato estão o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e a deputada federal e pré-candidata à prefeitura de Santos, Rosana Valle (PL), e dos deputados Alexandre Ramagem (PL-RJ) e o líder da oposição na Câmara dos Deputados, Carlos Jordy (PL-RJ) - esses dois investigados pela Polícia Federal.

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Bolsonaro é alvo da operação da PF batizada de Tempus Veritatis (hora da verdade, em latim), que investiga suposta organização criminosa responsável por atuar em uma tentativa de golpe de Estado no Brasil. Como resultado das investigações, o ex-presidente precisou entregar seu passaporte e está proibido de deixar o País.

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