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Após faltar à CPI do Crime Organizado, Cláudio Castro deve ser ouvido na próxima quarta

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado deve receber na próxima quarta-feira, 11, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e o secretário estadual de Segurança Pública, Victor dos Santos.

A CPI cancelou a sessão desta terça-feira, 3, depois das ausências de Castro e do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB). Os dois seriam ouvidos como convidados, e o comparecimento não é obrigatório.

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Castro alegou "compromisso internacional de agenda oficial" para justificar a ausência. Já Ibaneis indicou o Secretário de Estado de Segurança Pública do Distrito Federal, Sandro Avelar, para representá-lo. O presidente da CPI, senador Fabiano Contarato (PT-ES), decidiu que pautará a convocação dele, o que tornará sua presença obrigatória.

O convite aos governadores e secretários de Segurança se baseia em requerimento apresentado pelo relator da CPI, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE). No documento, o parlamentar sustenta que é indispensável a colaboração dos gestores da segurança pública dos Estados.

Vieira argumenta que os secretários detêm o diagnóstico preciso da realidade local, dados de inteligência e responsabilidade direta pela formulação e execução das políticas de enfrentamento, enquanto suas equipes técnicas poderiam fornecer informações sobre inteligência, investigação e sistema prisional.

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A CPI do Crime Organizado foi instalada no Senado em novembro e é composta por ex-governadores, ex-ministro da Justiça, agentes de segurança pública Como mostrou o Estadão, a oposição pretende usar o colegiado como uma das frentes para pressionar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A CPI tinha previsão inicial de ter quatro meses de duração e R$ 30 mil disponíveis para custear as investigações. O foco será a apuração da atuação de milícias e de facções criminosas no Brasil.

Vieira quer convocação de mulher de Moraes, irmãos de Toffoli e Vorcaro

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O relator da CPI protocolou requerimentos para convocar a advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e os irmãos do ministro da Corte Dias Toffoli a prestarem depoimento à CPI do Crime Organizado no Senado. O parlamentar também quer a presença do banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, e do empresário Augusto Ferreira Lima, ex-diretor da instituição.

No pedido sobre Viviane, Vieira afirma que a convocação é necessária para esclarecer a hipótese de "uso de serviços jurídicos como mecanismo de lavagem de dinheiro e de blindagem patrimonial de recursos oriundos de organizações criminosas".

Já os requerimentos para José Carlos Dias Toffoli e José Eugênio Dias Toffoli baseiam-se em "indícios que conectam transações imobiliárias e societárias a elementos sob investigação no âmbito da segurança pública e do sistema financeiro".

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