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Alessandro Vieira e Eduardo Bolsonaro trocam farpas por causa de CPI contra Moraes e Toffoli

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O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) trocaram ataques em publicações nas redes sociais na tarde desta segunda-feira, 9. A divergência tem como pano de fundo o requerimento de criação de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, de autoria de Vieira.

O senador foi atacado por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por ter sido criador do projeto de lei das fake news. Ele rebateu as acusações lembrando que foi o autor da CPI da Lava Toga e de pedido de impeachment de Moraes e Toffoli pelo inquérito das fake news. Vieira também mencionou que Eduardo e o irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), resistiram à abertura desse processo de impeachment.

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"Nos dois momentos, a maior resistência foi dos seus irmãos Flávio e Eduardo, provavelmente preocupados com o processo das rachadinhas e não com o Brasil. O resultado desse acordão todos nós sabemos qual foi", disse Vieira em publicação no X.

Eduardo respondeu e disse que Vieira é um "senador perigosíssimo". "O senhor lave a boca antes de falar de um exilado estar compactuando com Alexandre de Moraes", afirmou.

Vieira fez uma tréplica a Eduardo. "Cara, vai surfar, curtir o Mickey ou coisa parecida. Deixa quem está trabalhando em paz. Vocês fizeram esse mesmo teatrinho em 2019 e o resultado todo mundo sabe. Seu irmão já assinou a CPI, foi a assinatura 29, já estamos em 35. Você já atrapalhou o Brasil demais, tá na hora de descansar", afirmou.

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Como mostrou o Estadão, diferentemente do que fez sete anos atrás, desta vez Flávio, que antes tinha atuado para barrar a CPI da Lava Toga, assinou requerimento para criar comissão para investigar os ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Flávio assinou o documento depois de a CPI obter o número mínimo de 27 assinaturas para o protocolo - esse requerimento é de autoria de Vieira.

Mensagens obtidas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro mostram que ele mantinha conversas com Moraes. O Estadão mostrou a ligação de um empreendimento de familiares de Dias Toffoli com fundos ligados ao Master, de Vorcaro.

Dados extraídos do celular de Vorcaro revelam que ele prestava contas a Moraes sobre as negociações de venda do banco e sugerem diálogos a respeito do inquérito sigiloso que tramitava na Justiça Federal de Brasília.

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Outras mensagens mostram que Vorcaro consultou Moraes sobre a lista de convidados para um fórum jurídico realizado em Londres, em abril de 2024. O magistrado determinou que o empresário Joesley Batista, da J&F, fosse "bloqueado" do evento, e Vorcaro levou o tema à organização do fórum.

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