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Variante delta provoca mais cinco óbitos no Paraná

Até agora, 843 amostras do Paraná já foram sequenciadas pela Fiocruz e 475 aguardam resultado

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Variante delta provoca mais cinco óbitos no Paraná
Autor Foto: AEN

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirmou nesta quarta-feira (1º) mais 36 casos da variante delta e 13 casos de sublinhagens e cinco novos óbitos – quatro da variante delta e um da sublinhagem AY.4.

Os dados foram repassados no relatório de circulação de linhagens Sars-CoV-2 (vírus responsável pela Covid-19), por sequenciamento genômico, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

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Os novos casos foram registrados em Paranaguá, Araucária, Colombo, Curitiba, Piên, Piraquara, São José dos Pinhais, Ponta Grossa, Fernandes Pinheiro, Imbituva, Palmas, Cascavel e Guaraniaçu, Toledo e São João do Ivaí. Os óbitos são de Curitiba (4) e Toledo (1) e tratam-se de três homens e duas mulheres com idades que variam de 31 a 66 anos.

GERAL – Até agora, 843 amostras do Paraná já foram sequenciadas pela Fiocruz e 475 aguardam resultado. A maioria das amostras correspondem a variante P.1 (462 casos). A delta possui atualmente 95 casos confirmados e 24 óbitos, além de 30 casos de sublinhagens (14 casos AY.4 e 3 casos AY.12), com dois óbitos da AY.4.

PROTOCOLO – Assim que o relatório é enviado pela Fiocruz, a Sesa entra em contato com as Regionais de Saúde, que por sua vez comunicam os municípios de residência (ou de notificação) dos casos confirmados para iniciarem a investigação epidemiológica. Este processo inclui dados desde o início dos sintomas, a realização do exame, se houve internação e se o caso é considerado como cura ou óbito.

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SUBLINHAGENS – Sublinhagens de variantes são fenômenos que fazem parte da evolução viral natural e estão associados à taxa de replicação da doença. Quanto mais o vírus se multiplica, mais rápido ocorrem os processos de evolução.

O vírus Sars-CoV-2 sofre mutações esperadas dentro do processo evolutivo de qualquer vírus RNA. Quando isso acontece, caracteriza-se como uma nova variante do vírus.

Para a nomenclatura não ficar muito comprida, quando chega em 4 caracteres, é dado um novo nome. É o que aconteceu com a P.1 e P.2: os nomes oficiais eram B.1.1.28.1 (para a P.1) e B.1.1.28.2 (para a P.2). A AY.4 é a B.1.617.2.4 e a AY.12 é a B.1.617.2.12.

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VARIANTE DE ATENÇÃO – Quando as mutações ocasionam alterações relevantes clínico epidemiológicas, como maior gravidade e maior potencial de infecção, essa variante é classificada como VOC (variant of concern ou variante de atenção). As VOC são consideradas preocupantes devido às mutações que podem conduzir ao aumento da transmissibilidade e ao agravamento da situação epidemiológica. As sublinhagens da variante delta, assim como a própria cepa, são consideradas como VOC.

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