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Tarifa zero no transporte coletivo ganha espaço nas cidades da região

Na região de Apucarana, três municípios já disponibilizam o serviço enquanto dois estão trabalhando para implantar o passe livre

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Terminal Urbano de Ivaiporã foi revitalizado recentemente
Icone Camera Foto por Divulgação
Terminal Urbano de Ivaiporã foi revitalizado recentemente
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Um total de 154 municípios brasileiros havia adotado a tarifa zero no transporte coletivo até maio de 2025, segundo o relatório “Cidades brasileiras com tarifa zero”, produzido pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos. (NTU). A iniciativa, que começou tímida, vem ganhando força nos últimos anos. Na região de Apucarana (PR), por exemplo, três municípios já disponibilizam o serviço e dois estão trabalhando para implantar o passe livre no futuro.

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É o caso de Mauá da Serra, que pela primeira vez na história adotou o modelo de tarifa zero. De acordo com o prefeito Givanildo Lopes (União), essa mudança ocorreu após o Ministério Público recomendar a proibição das “caronas” nos veículos de transporte escolar. Atualmente, dois ônibus percorrem a cidade e também a zona rural de segunda a sexta-feira. São três horários diferentes, no início da manhã, no almoço e no fim da tarde. “A gente vê que as pessoas deixam para ir no comércio, nos mercados nos horários em que passam os ônibus. Além disso, o transporte também é muito utilizado por quem trabalha, principalmente por quem mora na zona rural na divisa com Ortigueira”, comentou o prefeito. Com o passe livre, a previsão é que o município desembolse cerca de R$ 120 mil por ano.

Já Ivaiporã oferece este serviço desde 2002. O transporte coletivo gratuito funciona de segunda a sábado, em vários horários durante o dia, e custa cerca de R$ 300 mil mensais para os cofres públicos da cidade. Recentemente, a Prefeitura Municipal ampliou a frota com a aquisição de cinco ônibus, que atendem toda a população, inclusive os distritos de Alto Porã, Jacutinga e Santa Bárbara. “Nós ampliamos a quantidade de ônibus, modernizamos o sistema, disponibilizamos wi-fi gratuito e também a acessibilidade por plataforma nos veículos”, afirmou o prefeito Luiz Carlos Gil (PSD). Além disso, o Terminal Urbano, bem como o Rodoviário, acaba de passar por uma ampla revitalização, que incluiu também as áreas do entorno.

Para o prefeito Luiz Carlos Gil, além do modelo de tarifa zero reduzir as desigualdades, facilitar a vida da população e ser um marco de sustentabilidade, ele ainda tem o poder de atrair negócios para a região. “Como não é necessário pagar o vale-transporte, muitas empresas veem uma vantagem competitiva em se instalar na cidade”, explicou.

Faxinal é outro exemplo de município em que o transporte coletivo é gratuito para os seus moradores. Atualmente, dois veículos percorrem a cidade e um terceiro fica encarregado de fazer o trajeto de ida e volta para o distrito de Faxinalzinho. Por dia, cerca de 800 pessoas utilizam o serviço, que funciona de segunda a sexta-feira. A expectativa é que as linhas, que já foram ampliadas este ano, ganhem ainda mais dois percursos, do Jardim Santa Helena e do Jardim Los Angeles para o centro.

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Em Jandaia do Sul, o prefeito Ditão Pupio (MDB) está trabalhando para que a tarifa zero no transporte seja implantada no início de 2026. Segundo ele, já foram solicitados dois veículos para o estado. “Ainda vamos estudar como será tudo isso, mas acredito que os ônibus passarão em três horários, de manhã, ao meio-dia e no fim da tarde”, acrescentou ele.

Outro município que pretende aderir ao passe livre é Sabáudia, administrada pelo prefeito Hugo Manueira (PSD). Hoje, o transporte coletivo gratuito é destinado apenas para os trabalhadores. Diariamente, 400 pessoas são atendidas por cinco ônibus. Quatro deles percorrem os bairros da cidade e um faz a linha intermunicipal, conectando Sabáudia a Arapongas.

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