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MARECHAL CÂNDIDO RONDON

Sede de ONG para acolher refugiados é destruída um mês antes da inauguração no PR

Imóvel que abrigaria 30 pessoas em Marechal Cândido Rondon foi depredado e teve fiação, móveis e eletrodomésticos furtados

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Sede de ONG para acolher refugiados é destruída um mês antes da inauguração no PR
Autor O imóvel, que funcionava em uma antiga boate na área rural (no bairro Jardim São Francisco), serviria como um condomínio de moradia solidária - Foto: Arquivo pessoal

A sede de um projeto social destinado ao acolhimento de migrantes e refugiados foi alvo de vandalismo e furtos em Marechal Cândido Rondon, no oeste do Paraná. O crime ocorreu cerca de um mês antes da inauguração do espaço, que estava preparado para abrigar 30 pessoas. O prejuízo inclui o furto de fiação elétrica e a destruição de móveis e eletrodomésticos que equipariam o local e outras 20 residências da região.

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O cenário de destruição foi descoberto na manhã de sábado (24) por Edna Nunes, responsável pela Organização Não-Governamental Embaixada Solidária. O imóvel, que funcionava em uma antiga boate na área rural (no bairro Jardim São Francisco), serviria como um condomínio de moradia solidária, escritório da organização e centro de atendimento médico e jurídico.

De acordo com a Polícia Civil, os crimes ocorreram entre os dias 17 e 24 de janeiro. A suspeita é que os autores sejam moradores do bairro Augusto, mas nenhum suspeito foi identificado até o momento.

Segundo um inventário apresentado à polícia, entre os itens levados ou destruídos estão: oito geladeiras, 10 fogões, um freezer, 30 beliches, 20 colchões, 10 sofás, 50 cadeiras, 15 móveis de cozinha, 16 chuveiros, 9 pias de inox, R$ 30 mil em tecidos e toda a fiação elétrica.

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Alcance do Projeto

A Embaixada Solidária atende pessoas de 47 nacionalidades, com maior fluxo vindo da Venezuela, Haiti, Cuba, Egito e Paraguai. O projeto em Marechal Cândido Rondon visava integrar refugiados que já possuem vínculo empregatício com empresas locais.

Em nota, o Conselho Estadual dos Direitos dos Refugiados, Migrantes e Apátridas do Paraná repudiou o ataque e reafirmou seu compromisso com as políticas de acolhimento e a defesa dos direitos humanos no estado.

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