Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Paraná

publicidade
POLÍTICA

Requião diz que indignação o recoloca na luta pelo Paraná; veja

Requião defende que tarifas de água e de luz “estão lá em cima, sem nenhuma necessidade” porque as empresas, hoje, priorizam lucros aos sócios privados

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Requião diz que indignação o recoloca na luta pelo Paraná; veja
Autor Foto: TNOnline

A quem achava “ou torcia” para que ele estivesse aposentado e a quem acha que ele está velho aos 81 anos, Roberto Requião manda recado, enquanto mostra o bíceps de 41 centímetros de circunferência: “Do ponto de vista físico, fiz exames nos melhores hospitais e me deram os laudos. Tenho condições de viver até os 120 anos. Não sei se vivo tudo isso. Mas vou aproveitar cada dia de minha vida para dar um único sentido a ela, que é contribuir para uma vida melhor para o povo do Paraná. É o único compromisso que eu tenho”, diz, sobre sua disposição e a pré-candidatura ao governo do Paraná pela federação de partidos progressistas, liderada pelo PT, sua nova casa. O ex-governador é o primeiro pré-candidato ao governo do Estado entrevistado pelo grupo Tribuna do Norte/ TNOnline.

“Não sou candidato por ambição pessoal. Já fui governador três vezes. Sou pré-candidato porque tenho a responsabilidade de consertar essa bagunça que fizeram do Estado”, explica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

E o ex-governador se mostra afiado. “Estão destruindo o Paraná. E essa é minha indignação, o que me fez sair da minha tranquilidade, avaliar que tenho experiência e qualificação para consertar esses erros todos e me colocar à disposição dos partidos”.

Requião deixa bem claras suas prioridades: atuação na Sanepar e Copel, para redução de tarifas de água e luz e ampliação da rede pública de internet; impedir a renovação do contrato do pedágio; ampliar os quadros funcionais da educação, segurança pública e da saúde; reduzir impostos para micro e pequenas empresas; retomar programas sociais para as populações periféricas.

Requião defende que tarifas de água e de luz “estão lá em cima, sem nenhuma necessidade” porque as empresas, hoje, priorizam lucros aos sócios privados. “E os lucros da Copel da são astronômicos. Esse ano foi de R$ 5,1 bilhões e publicam na imprensa que estão distribuindo 65% disso aos sócios privados”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Requião destaca que, quando governador, distribuía 25% do lucro aos acionistas e o resto era para investimentos. “Fiz duas usinas com isso”, relembra. E promete: “Vou fazer o que fiz no passado”, lembrando de quando congelou preço de energia elétrica no Paraná por 8 anos. E destaca que também segurou tarifas de água e esgoto. “Dei energia de graça para os mais pobres. Criei tarifas sociais para as pessoas sobreviverem no momento de dificuldade”.

Requião não foge a um dos temas que marcaram sua trajetória política no Estado. Em uma de suas campanhas, sobre o pedágio, ele dizia “Ou abaixa, ou acaba”. Nem uma coisa, nem outra aconteceu, quando se elegeu. E como ele tratará desse tema na atual campanha?

“Em primeiro lugar, acabo com ele (o pedágio) se for eleito”, afirma. E explica: “Vou tentar evitar quer façam esse contrato. O Ratinho quer fazer o que o Lerner fez. Ele (Ratinho) já fez acordo. E o preço do pedágio será terrível no Paraná. Mas ele quer jogar isso para depois da eleição, um estelionato eleitoral. Está enganando o povo”, afirma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Sobre a falta de professores, policiais militares, delegados e agentes da Polícia Civil e profissionais da saúde, Requião volta a afirmar que o estado tem condições de contratar e melhor remunerar os quadros.

“O Estado do Paraná está dando isenção tributária secreta para multinacionais na ordem de 17 bilhões de reais”, denuncia. E completa o raciocínio: “Pega o funcionalismo, de quadro geral, aquele pessoal que ganha pouco, que mal consegue alimentar a família, se completasse os 30% de defasagem salarial - não falo de aumento -, isso custaria mais ou menos 4,6 bilhões de reais. E estão dando 17 bilhões secretamente em isenção de imposto”. Para ele, se fizer “ajustes de gestão”, tem como ampliar pessoal e investimentos do Estado. ASSISTA:


CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Paraná

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline