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Regional de Saúde de Apucarana lidera em casos de dengue no Paraná

Dezessete municípios pertencentes à 16ª RS somam 1.488 casos da doença, à frente da 17ª RS de Londrina com 1.423 registros

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Regional de Saúde de Apucarana lidera em casos de dengue no Paraná
Autor Com 801 casos, Apucarana é a segunda cidade do Paraná com mais registros, perdendo apenas para Londrina - Foto: AEN

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta terça-feira (09) o primeiro boletim epidemiológico da dengue de 2024. O 18º Informe Epidemiológico confirma 3.234 novos casos, chegando a 9.189 no total. Não há novos óbitos. São 48.266 notificações.

As 22 Regionais de Saúde (RS) possuem casos confirmados da doença, sendo que a 16ª RS de Apucarana tem o maior número de casos positivos (1.488); seguido da 17ª RS de Londrina (1.423); 15ª RS de Maringá (1.155) e 14ª RS de Paranavaí (1.013). São 254 municípios com casos confirmados: Londrina (1.177), Apucarana (801), Maringá (733), Jandaia do Sul (479), Capitão Leônidas Marques (422), Santa Izabel do Oeste (401), Paranavaí (358), Jacarezinho (333) e Paranaguá (325) são as cidades com mais registros.

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-LEIA MAIS: Aumenta número de pacientes internados com dengue em Apucarana

A dengue apresenta um comportamento sazonal, com maior aparecimento de casos em período mais quente e úmido, típico dos climas tropicais. “No verão devemos ficar ainda mais atentos e redobrar os cuidados. Faço um apelo para que toda a população faça a sua parte na remoção de possíveis focos do mosquito Aedes aegypti”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

AÇÕES – Com objetivo de evitar os casos graves e óbitos por dengue, a Sesa, em parceria com as secretarias municipais de Saúde, está implementando as ações dos planos de contingência nos diversos níveis de resposta para o enfrentamento da dengue de acordo com a situação epidemiológica de cada município. Na semana passada, a Sesa intensificou o combate à dengue no município de Apucarana (Vale do Ivaí). Foram enviados cinco veículos para ação de campo e fumacê.

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São ações que passam desde o controle vetorial no bloqueio de casos, mutirões de remoção de criadouros e até o uso de equipamentos motorizados (fumacê) para redução da infestação, bem como ações de vigilância epidemiológica para identificar as fragilidades e apontar as correções necessárias no apoio da gestão.

A Sesa está acompanhando os serviços de assistência aos pacientes suspeitos de dengue para que em alta demanda seja realizado corretamente o manejo clínico de acordo com o fluxograma de classificação de risco e que haja disponibilidade de apoio laboratorial.

Outro fator importante neste momento é a mobilização dos comitês municipais de controle da dengue para que a ação de enfrentamento seja interinstitucional. O Estado vem monitorando todos os municípios em situação de risco e alerta para possíveis ações de apoio e intervenção.

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SINTOMAS – A transmissão da dengue acontece durante a picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti infectado com o vírus. Após a picada, os sintomas podem aparecer em até 15 dias.

Normalmente, a primeira manifestação da dengue é febre alta (39°C a 40°C) que dura de dois a sete dias, acompanhada de dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo, nas articulações e no fundo dos olhos. Podem ocorrer manchas que atingem a face, tronco, braços e pernas. Perda de apetite, náuseas e vômitos também podem ocorrer.

“A população precisa estar atenta e a qualquer um desses sintomas procurar um atendimento médico sem fazer uso de qualquer medicamento sem prescrição. Quanto antes for diagnosticada, menores são as chances de complicações pela doença”, enfatizou o secretário.

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CHIKUNGUNYA E ZIKA – O mosquito Aedes aegypti também é responsável por transmitir a zika e a chikungunya. Durante este período, o Paraná já confirmou 44 casos de chikungunya sem nenhum óbito. Com relação ao zika, não foram registrados casos no Estado.

Confira os dados do boletim semanal AQUI.

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