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Ratinho Jr propõe extinção de cargo de diretor militar

Os colégios cívico-militares foram criados por lei proposta pelo governo e aprovada pela Assembleia Legislativa em outubro de 2020.

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Ratinho Jr propõe extinção de cargo de diretor militar
Autor Foto: AEN

O governador Ratinho Júnior (PSD) encaminhou na quarta-feira (22), à Assembleia Legislativa, projeto para extinguir o cargo de diretor militar dos colégios cívico-militares recém-criados no Paraná.

Segundo a proposta, a função será extinta à medida que forem vagando os cargos. Além disso, os militares que continuarem nos cargos até lá terão suas funções reduzidas, e passarão a coordenar apenas as atividades cívico-militares, não atuando mais em questões de infraestrutura, patrimônio, finanças, segurança, disciplina, como acontece pela lei atual.

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Os colégios cívico-militares foram criados por lei proposta pelo governo e aprovada pela Assembleia Legislativa em outubro de 2020. Ao todo, 206 colégios aderiram ao sistema. A gestão é compartilhada entre civis e militares, sendo o diretor-geral e o diretor auxiliar (quando a escola necessitar) civis. O diretor cívico-militar seria responsável pela disciplina e atividades cívico-militares, além de poder auxiliar nas partes de infraestrutura, patrimônio, finanças e segurança. Cada escola teria de dois a quatro monitores militares, conforme a quantidade de alunos.

Pela nova proposta, com a extinção do cargo de diretor militar, a coordenação das atividades cívicos-militares passara a ser exercida pelo monitor de mais alta hierarquia. O projeto estabelece ainda que esses colégios terão o funcionamento garantido independentemente do preenchimento da função de diretor cívico-militar, à medida que forem vagando estes cargos”. A proposta também aumenta de R$ 3 mil para R$ 3,5 mil a remuneração dos monitores militares.

O governo alega que a redução de funções dos diretores e monitores militares seria uma exigência da “leis gerais sobre educação”

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Com informações, Bem Paraná

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