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Quem era o piloto que morreu após queda de avião no Paraná

Conhecido na comunidade aeronáutica de SC, o piloto realizava um trajeto frequente entre o Alto Vale do Itajaí e o interior do Paraná

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Quem era o piloto que morreu após queda de avião no Paraná
Autor Walter Siegel Neto, de 41 anos - Foto: Reprodução/Corpo de Bombeiros/Redes Sociais

A queda de um avião monomotor na zona rural de Piên, no Paraná, resultou na morte do piloto Walter Siegel Neto, de 41 anos, no fim da tarde deste domingo (08). A aeronave, um ultraleve modelo Storch S500 fabricado em 2013, havia decolado de um aeródromo privado em Trombudo Central, no Alto Vale do Itajaí (SC), com destino ao Aeródromo M. Baumann, em território paranaense.

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Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o piloto estava sozinho no voo e pretendia pousar em uma pista na região de Campo Novo, trajeto que já havia realizado em ocasiões anteriores.

O acidente ocorreu por volta das 17h, em um período marcado por chuva e ventania na região. Indícios preliminares apontam que a aeronave atingiu fios de alta tensão antes de cair às margens de uma estrada rural. Com o impacto, o avião se despedaçou, embora não tenha havido registro de incêndio. Os destroços foram localizados por um agricultor em uma área remota, que acionou as equipes de resgate. Quando o socorro chegou ao local, o piloto já estava sem vida, e a operação de atendimento se estendeu por cerca de quatro horas.

Walter Siegel Neto era morador de Trombudo Central e reconhecido por sua experiência e paixão pela aviação, recebendo diversas homenagens de amigos e integrantes de aeroclubes nas redes sociais após a confirmação da tragédia.

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O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba para os procedimentos periciais necessários. Até o momento, detalhes sobre as cerimônias de despedida não foram divulgados pela família.

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As causas do acidente agora estão sob investigação do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA). Profissionais credenciados pelo órgão já iniciaram a coleta de dados, a preservação de elementos e a verificação dos danos causados à aeronave para determinar os fatores que levaram à queda. De acordo com os registros da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o ultraleve de prefixo PU-GCF tinha capacidade para dois ocupantes e estava em conformidade técnica.

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