Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Paraná

publicidade
EDUCAÇÃO

Professores da rede estadual do Paraná aprovam greve a partir de 23 de março

Decisão busca forçar o governo estadual a apresentar propostas viáveis até o dia 20 de março; categoria fará atos de mobilização nos próximos dias

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Professores da rede estadual do Paraná aprovam greve a partir de 23 de março
Autor Decisão foi tomada durante uma assembleia estadual extraordinária on-line da APP-Sindicato, realizada neste sábado (14) - Foto: Gelinton Cruz/APP-Sindicato

Os professores e servidores da rede estadual de ensino do Paraná aprovaram uma greve com início marcado para o dia 23 de março. A decisão foi tomada durante uma assembleia estadual extraordinária on-line da APP-Sindicato, realizada neste sábado (14), com o objetivo principal de pressionar o governo estadual a avançar nas negociações salariais até o próximo dia 20.

LEIA MAIS: Homem de 41 anos some no mar em Itapoá ao cair de embarcação turística

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

As conversas entre a categoria e o Executivo seguem em andamento em uma mesa de negociação. No entanto, a presidente da APP-Sindicato, Walkiria Mazeto, explicou que o aperto dos prazos da legislação eleitoral exige urgência na finalização do debate interno e no envio dos projetos de lei para votação na Assembleia Legislativa do Paraná. A dirigente destacou que a paralisação é o último recurso da categoria, mas ressaltou a necessidade de preparar os trabalhadores para os cenários de luta dos próximos dias, defendendo as pautas como justas e essenciais para a valorização profissional.

O cronograma do sindicato estabelece que, caso haja avanços efetivos nas tratativas, a assembleia estadual será reinstalada no dia 21 de março para reavaliar a situação. Se não houver acordo, o comunicado oficial de greve será emitido à comunidade escolar no dia 20, deflagrando a suspensão das atividades no dia 23. Antes disso, os educadores iniciam uma agenda de mobilizações presenciais. Na segunda-feira (16), a partir das 10h, a categoria realiza uma vigília por justiça salarial em frente à Assembleia Legislativa. Na terça-feira (17), no mesmo horário, o grupo se junta a outros servidores no Palácio Iguaçu para um ato convocado pelo Fórum das Entidades Sindicais, em defesa do serviço público e da data-base.

A pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2026, aprovada em fevereiro, engloba uma série de demandas estruturais e econômicas. Entre as exigências centrais estão a reposição anual das perdas causadas pela inflação, a reforma da carreira com equiparação salarial para os docentes e a correção das tabelas com o devido enquadramento por tempo de serviço para os funcionários de escola.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os servidores também cobram a reposição salarial para os aposentados, a aprovação de uma lei que garanta correção aos que não possuem paridade e a fixação do desconto previdenciário apenas para aqueles que recebem acima do teto do INSS, atualmente estipulado em R$ 8.475,54. Além disso, a lista de prioridades inclui o pagamento de promoções e progressões em atraso e o descongelamento de benefícios temporais, como quinquênios e anuênios, que haviam sido suspensos pelo governo federal durante o período de enfrentamento à pandemia da Covid-19.

As informações são do Bem Paraná.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Paraná

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline