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Preso por matar avó de ex-namorada no PR era foragido por assassinar o próprio pai

Suspeito de matar idosa a marteladas no Norte Pioneiro estava foragido há cinco anos

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Preso por matar avó de ex-namorada no PR era foragido por assassinar o próprio pai
Autor Autor do crime e neta foram presos em Santo Antônio da Platina - Foto: Reprodução

O jovem de 18 anos, preso na última segunda-feira (6) pelo assassinato de Luciana de Camargo Oliveira, de 54 anos, em Santo Antônio da Platina (PR), estava foragido por outro homicídio familiar. Durante depoimento à Polícia Civil, o rapaz confessou ter matado o próprio pai a pauladas em Curitiba, em maio de 2021, quando tinha apenas 13 anos. No crime atual, ele contou com a participação da neta da vítima, de 20 anos, que teria encomendado a morte da avó por ela ser contra o namoro do casal.

-LEIA MAIS: Jovem é suspeito de matar assassino da mãe 10 anos após o crime

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O assassinato de Luciana ocorreu no dia 3 de abril, após frequentes discussões entre ela e a neta sobre o relacionamento com Christian, considerado pela idosa uma "má companhia". Segundo o delegado Amir Salmen, a jovem facilitou a entrada do executor ao deixar o portão da residência destrancado. O plano original previa ainda a morte do companheiro da vítima, que não estava no local no momento do ataque. Luciana foi agredida com golpes de martelo na cabeça e, após resistir à tentativa de esganadura, foi golpeada com uma faca de cozinha.

Durante a agressão, um neto de Luciana, de 10 anos, tentou intervir para defender a avó utilizando uma faca, mas foi desarmado pelo suspeito. A criança não sofreu ferimentos graves. O autor do crime foi identificado por meio de câmeras de segurança da região, o que permitiu sua localização e a subsequente prisão da neta. Em depoimento, ela admitiu envolvimento no planejamento do crime, embora tenha negado a acusação de que teria prometido dinheiro e um carro como pagamento pela execução.

Os dois suspeitos seguem detidos e ainda não possuem advogados constituídos. Eles serão indiciados por homicídio qualificado por motivo fútil, emboscada e promessa de recompensa. No caso do rapaz, a pena poderá ser ampliada por se tratar de crime contra ascendente. A Polícia Civil mantém o espaço aberto para manifestações das defesas assim que forem nomeadas.

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