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Prefeito de Ponta Grossa compra vacinas contra o coronavírus

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Prefeito de Ponta Grossa compra vacinas contra o coronavírus
Autor Foto: Reprodução

Ponta Grossa pode ter a vacina contra a covid-19 já no primeiro mês de 2021, de acordo com o prefeito Marcelo Rangel (PSDB). Em suas redes sociais e também em seu programa de rádio, o chefe do Executivo anunciou que o Município comprará doses da CoronaVac, vacina de origem chinesa que será produzida pelo Instituto Butantan, em São Paulo. A aquisição dos imunizadores será possível por meio de um convênio entre a Prefeitura e o governo paulista.

“Amanhã [9] sigo a São Paulo com minha equipe e Ponta Grossa terá sim convênio para trazer a primeira vacina disponível no Brasil”, avisou o prefeito em seu programa de rádio na manhã desta terça-feira (8). Ele pretende se reunir com o governador João Dória (PSDB) para discutir detalhes do convênio, mas esse encontro ainda não está confirmado. “Nós queremos que os profissionais de saúde de Ponta Grossa sejam os primeiros a serem vacinados”, adiantou, sobre um possível plano de vacinação para a cidade.

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o Instituto Butantan a adquirir a matéria-prima para a produção da vacina, mas ainda não há autorização para aplicação do produto na população. “Essa vacina do governo de São Paulo estará disponível em janeiro e nós temos os recursos e vamos adquirir as primeiras doses da CoronaVac”, garantiu o prefeito. Caso a Anvisa libere a aplicação, São Paulo inicia sua campanha no dia 25 de janeiro e a expectativa é que as doses cheguem a Ponta Grossa no mês seguinte.

Rangel assegurou ainda que a vacinação não será obrigatória para os profissionais da saúde, “mas o direito do ponta-grossense que trabalha na saúde de ser imunizado, de receber essa vacina, será assegurado pelo governo municipal”. Ele também avisou que a campanha ainda poderá ser estendida a outros públicos prioritários, como idosos e integrantes do grupo de risco, mas que tudo “depende do andar da carruagem”, já que ainda faltam certificações para que a população possa receber a imunização.

Colaboração, A Rede

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