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Policial militar é preso por sequestro relâmpago em Cascavel e liberado após pagar fiança

Trio é investigado por sequestrar e ameaçar homem de 33 anos devido ao extravio de mercadorias avaliadas em R$ 400 mil

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Policial militar é preso por sequestro relâmpago em Cascavel e liberado após pagar fiança
Autor O policial preso foi liberado sob fiança - Foto: Polícia Civil do Paraná

Um policial militar, um advogado e um empresário foram presos em flagrante suspeitos de praticar um sequestro relâmpago contra um homem de 33 anos em Cascavel, no Oeste do Paraná. O policial, no entanto, foi liberado logo após o pagamento de uma fiança estipulada no valor de R$ 3 mil. As prisões ocorreram após uma testemunha presenciar a vítima sendo colocada à força dentro de um veículo e acionar a Polícia Militar pelo telefone 190, repassando as características do automóvel. A vítima foi liberada sem ferimentos pouco tempo depois, próximo à sua própria residência.

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De acordo com o boletim de ocorrência, o crime foi motivado por um desacordo envolvendo uma carga de produtos oriundos do Paraguai, avaliada em cerca de R$ 400 mil. A vítima relatou às autoridades que estava sendo acusada de extraviar a mercadoria e que o proprietário dos produtos teria contratado o policial militar para realizar a cobrança de forma violenta. Durante a abordagem, o homem afirmou ter sido ameaçado com uma arma de fogo e forçado a entrar no carro dos suspeitos. As identidades dos envolvidos não foram divulgadas oficialmente.

Na delegacia, o policial confirmou ter participado da abordagem, mas negou qualquer tipo de agressão ou ameaça, alegando que sua versão dos fatos é compatível com a da vítima. O militar estava na ativa, lotado em um batalhão da cidade de Toledo, e portava uma arma de fogo particular devidamente registrada, além de munições e um espargidor, itens que foram apreendidos pelas autoridades. O veículo utilizado na ação também passou por perícia.

Em nota oficial, o comando da Polícia Militar informou a abertura de um procedimento administrativo para apurar rigorosamente a conduta do agente. A Polícia Civil assumiu as investigações do caso, mas declarou que não se manifestará nesta fase do inquérito. Até o momento, não há confirmação se o empresário e o advogado permanecem detidos ou se também foram beneficiados pelo pagamento de fiança.

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