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INTOLERÂNCIA RELIGIOSA

Polícia investiga vizinho suspeito de jogar líquido químico e ferir fiéis em terreiro de umbanda no PR

Três vítimas precisaram de atendimento hospitalar; Polícia Civil apura intolerância religiosa e lesão corporal

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Polícia investiga vizinho suspeito de jogar líquido químico e ferir fiéis em terreiro de umbanda no PR
Autor O homem teria arremessado a substância duas vezes contra as pessoas que estavam em uma área externa - Foto: RPC

A Polícia Civil do Paraná investiga um ataque com um líquido ainda não identificado que deixou várias pessoas feridas em um terreiro de umbanda no Bairro Alto, em Curitiba (PR), na noite do último domingo (12). Três vítimas precisaram ser encaminhadas ao hospital devido a queimaduras na pele. O principal suspeito é um vizinho que mora no andar superior ao local religioso.

LEIA MAIS: Homem que assassinou ex-esposa no PR é preso no Paraguai após mais de 30 anos foragido

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De acordo com relatos dos frequentadores, o homem teria arremessado a substância duas vezes contra as pessoas que estavam em uma área externa do terreiro. Imagens gravadas por testemunhas registraram o desespero das vítimas na tentativa de remover o produto do corpo. Os atingidos descreveram que a sensação de queimadura e coceira começava cerca de três segundos após o contato. Uma das vítimas relatou um agravamento dos sintomas ao tentar se limpar, destacando que a ardência se intensificava à medida que a pele era lavada com água.

A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência e conversou com o vizinho. Segundo as testemunhas, ele apresentava sinais de embriaguez e chegou a admitir ter jogado algo nos religiosos. Sobre a ausência de uma prisão em flagrante, a corporação informou, por meio de nota, que as partes envolvidas foram orientadas no local e optaram por reunir mais provas para complementar o registro da ocorrência posteriormente.

O caso está sendo conduzido pela Polícia Civil, que apura os crimes de intolerância religiosa e lesão corporal, com a previsão de ouvir vítimas e testemunhas nos próximos dias.

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Enquanto aguardam os desdobramentos da investigação, os frequentadores do terreiro lidam com a apreensão. As vítimas mais afetadas pelo produto continuam com consultas agendadas com médicos especialistas para monitorar a gravidade e a evolução dos ferimentos causados pelo ataque.

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