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Polícia investiga como desaparecimento caso de jovem no Pico Paraná

Comandante do GOST afirma que trilhas já foram varridas e hipótese é que rapaz esteja perdido na vegetação densa

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Polícia investiga como desaparecimento caso de jovem no Pico Paraná
Autor Roberto Farias Thomaz, de 20 anos - Foto: Reprodução

As buscas por Roberto Farias Thomaz, de 20 anos, desaparecido no Pico Paraná, em Campina Grande do Sul (RMC), chegaram ao quinto dia nesta segunda-feira (5). Em nota, a Polícia Civil do Paraná (PCPR) informou que o caso é tratado como desaparecimento e que, até o momento, não há indícios de crime. O jovem sumiu durante a descida da montanha no dia 31 de dezembro.

-LEIA MAIS: Caminhão atinge van e mata seis na BR-116 após suposto assalto

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A operação de resgate, liderada pelo Grupo de Operações de Socorro Tático (GOST) do Corpo de Bombeiros, tornou-se mais complexa. Segundo o major Ícaro Gabriel Greinert, comandante do GOST, todas as trilhas conhecidas já foram vasculhadas. A principal linha de trabalho agora é a varredura em áreas de mata fechada.

"Todas as trilhas onde ele pudesse estar machucado ou perdido já foram batidas. Então, na nossa avaliação, ele não está mais numa área de trilhas, está em área de mato", explicou o major, ressaltando a dificuldade imposta pelo terreno acidentado e pelas condições climáticas.

Roberto iniciou a subida ao cume — o ponto mais alto do Sul do Brasil — acompanhado de uma amiga na véspera de Ano Novo. Relatos indicam que ele passou mal e vomitou durante a ascensão, mas conseguiu atingir o topo. O desaparecimento ocorreu no trajeto de volta, quando ele se separou do grupo.

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A preocupação das equipes de resgate aumenta devido à falta de comunicação e suprimentos. O jovem está sem celular, sem pertences pessoais e com pouca comida, o que agrava os riscos à sua sobrevivência após quatro dias exposto ao ambiente.

Investigação em andamento

Paralelamente às buscas físicas, a Polícia Civil iniciou as diligências para esclarecer os fatos. Um boletim de ocorrência foi registrado na Delegacia de Campina Grande do Sul. Investigadores estiveram no local no sábado (3) e já ouviram familiares e testemunhas, incluindo a pessoa que acompanhava Roberto durante a trilha.


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