Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Paraná

publicidade
CRIME BÁRBARO

Polícia Civil investiga suposto abuso sexual contra freira morta no PR

Delegado afirma que aguarda laudo que irá apontar a presença ou não de material genético do autor do crime na vítima; ele nega violência sexual

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Polícia Civil investiga suposto abuso sexual contra freira morta no PR
Autor Nadia Gavanski, de 82 anos, foi morta dentro de convento - Foto: Reprodução

O delegado Hugo Fonseca, da Polícia Civil do Paraná (PCPR), detalhou nesta segunda-feira (23) as investigações do assassinato da freira Nadia Gavanski, de 82 anos, ocorrido no último sábado (21) em Ivaí, nos Campos Gerais. A vítima foi morta após a invasão do Convento das Irmãs Servas de Maria Imaculada. O suspeito do crime foi preso em flagrante após ser filmado por uma testemunha enquanto estava com as roupas sujas de sangue.

-LEIA MAIS: Irmã de Apucarana lamenta assassinato de religiosa em convento no Paraná

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

De acordo com o delegado, a idosa foi encontrada com sinais de agressão e vestes parcialmente removidas. Com base nas imagens feitas pela testemunha - uma fotógrafa que estava no convento -, a PC-PR encontrou o autor do crime.

Em depoimento, o homem detido confessou ter pulado o muro da instituição sob efeito de crack e álcool, alegando ter ouvido "vozes" que ordenavam o ataque. Embora o agressor negue motivação sexual, afirmando que as roupas da vítima se soltaram durante a luta, a polícia identificou arranhões pelo corpo do suspeito e marcas de sangue em suas mãos.

A investigação agora aguarda o laudo necroscópico para confirmar a causa exata da morte e verificar a presença de material genético que possa comprovar a ocorrência de crime sexual. Além da perícia na camiseta apreendida com o suspeito, os agentes analisam imagens de câmeras de segurança do entorno do convento para consolidar o inquérito.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Durante o depoimento, o suspeito disse que asfixiou a vítima e negou agressões com uma pedaço de madeira, como chegou a ser informado inicialmente.

"Ele confessou ter asfixiado a vítima após ter ouvido vozes terem ordenado a matá-la. Embora o suspeito negue a motivação sexual, alegando que as vestes da vítima se soltaram durante a luta, ele apresentava sangue nas mãos e arranhões pelo corpo. A camiseta do autor foi apreendida e será encaminhada para a perícia. A Polícia Civil segue as diligências buscando imagens de monitoramento, aguardando laudo necroscópico, que confirmará a causa da morte e a presença de material genético para apurar um suposto de crime de natureza sexual", disse o delegado.

O crime gerou comoção no Paraná. O governador Ratinho Junior (PSD), que está em férias no exterior, lamentou a morte e defendeu mudanças na legislação. “É urgente que Estados possam ter autonomia para legislar em matéria penal. Lei fraca, criminoso forte. As famílias brasileiras não podem continuar reféns desses marginais”, escreveu Ratinho Junior nas redes sociais. Segundo o governador, o suspeito do crime deixou a cadeia em dezembro de 2025 e tem várias passagens pela polícia. “Voltou às ruas e cometeu uma tragédia”, assinalou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Paraná

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline