Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Paraná

publicidade
LUTO

Paranaense morre em combate na Ucrânia e corpo não deve ser repatriado

Gustavo Rodrigo Faria Mazzocato, de 25 anos, atuava na região de Donbass; segundo a família, ele planejava retornar ao Brasil em breve

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Paranaense morre em combate na Ucrânia e corpo não deve ser repatriado
Autor Gustavo Rodrigo Faria Mazzocato, de 25 anos - Foto: Reprodução

O paranaense Gustavo Rodrigo Faria Mazzocato, de 25 anos, morreu durante combate na guerra da Ucrânia. A morte foi confirmada no domingo (4) pelo comandante da 60ª Brigada, unidade militar à qual o brasileiro servia. Gustavo faleceu na região de Donbass, área de intenso conflito no leste do país, cerca de um mês antes do término de seu contrato de experiência.

-LEIA MAIS: Eletricista de SP morre na Guerra da Ucrânia após ser atingido por granada

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

De acordo com a família, as chances de repatriação do corpo são mínimas. Devido ao avanço das tropas russas e à instabilidade na linha de frente onde ocorreu a morte, os familiares foram informados de que o corpo provavelmente não será recuperado. O consulado e a Embaixada brasileira foram acionados para acompanhar o caso.

Último contato

Familiares relataram que o último contato com Gustavo ocorreu na madrugada de 29 de dezembro, por intermédio de um oficial de comunicações. Nos áudios enviados, o combatente manifestou o desejo de retornar ao Brasil, mencionando que seu contrato estava próximo do fim e que sentia saudades, especialmente dos avós.

Gustavo, que era natural de Curitiba, deixa um filho de três anos. A comunicação com o Brasil era escassa; segundo relatos dos parentes, houve períodos de até cinco meses sem contato regular e dois meses de silêncio absoluto logo após sua chegada ao fronte.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O paranaense chegou à Ucrânia em julho de 2025. A família informou que ele passou por um treinamento básico de aproximadamente 20 dias e, inicialmente, a expectativa era de que participasse de uma missão curta, de cerca de 15 dias. No entanto, a permanência na zona de combate se estendeu.

Informações obtidas pela família com outros brasileiros na região indicam que ele estava na linha de frente durante uma ofensiva russa. Antes de ingressar no conflito europeu, Gustavo trabalhava como administrador e motoboy no Brasil, e já possuía experiência militar, tendo servido ao Exército Brasileiro em 2018.


CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Paraná

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline