Paraná registra cinco nuvens funil em dois meses; fenômeno é estágio inicial de tornado
Registro em Santo Antônio do Caiuá se soma a outros quatro casos observados desde janeiro em diferentes regiões do estado
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O Paraná contabilizou ao menos cinco registros de nuvens funil em menos de dois meses, com a ocorrência mais recente registrada em Santo Antônio do Caiuá, no noroeste do estado, neste domingo (15). De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a nuvem funil caracteriza o estágio inicial da formação de um tornado, embora só receba essa classificação técnica caso toque o solo e gere ventos destrutivos.
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O fenômeno foi avistado por moradores durante o final da tarde, após um período de calor intenso seguido por ventos fortes. Além do caso em Santo Antônio do Caiuá, o órgão meteorológico já havia mapeado situações semelhantes em janeiro nas cidades de Arapongas, São Jorge do Ivaí, Ponta Grossa e Paulo Frontin. O Simepar ressalta que o número de ocorrências pode ser ainda maior, uma vez que o levantamento depende de relatos oficiais ou registros em vídeo feitos pela população.
Meteorologistas explicam que a nuvem funil se forma a partir da base de nuvens densas, como a Cumulonimbus, e consiste em uma coluna de ar em rotação. A instabilidade atmosférica, comum durante as estações de primavera e verão no Paraná, favorece o surgimento dessas estruturas em células de tempestade. Até o momento, o estado já confirmou a formação de três tornados consolidados apenas neste ano.
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