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Para fisioterapeuta, atividade física em casa aumenta a imunidade

Para fisioterapeuta, atividade física em casa auxilia no aumento da imunidade

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Para fisioterapeuta, atividade física em casa aumenta a imunidade
Autor Foto: Reprodução

No cenário nebuloso à espera de uma vacina que surta efeitos contra o novo coronavírus, abandonar o sedentarismo imposto pela pandemia e manter uma rotina regular de exercícios pode ajudar no aumento da imunidade. É o que diz a fisioterapeuta Caroline Carvalho, professora, mestre em gerontologia e pós-graduada em terapia intensiva do adulto. Ela falou ao programa Assembleia Entrevista, da TV Assembleia, e deu dicas de como manter a forma mesmo sem sair de casa.

Segundo a fisioterapeuta, movimentar o corpo ajuda na saúde e tem reflexos na mente. “A atividade física traz diversos benefícios, desde físicos, como no combate ao colesterol, a hipertensão, a obesidade, a diabetes. Com isso, a imunidade responde positivamente”, explica.

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Ela diz que a combinação entre a prática esportiva e a alimentação é essencial. “A alimentação também é importante, principalmente na quarentena. Temos visto que a imunidade está associada em como o vírus afeta cada indivíduo. Então aconselho a pessoa a se alimentar em torno de duas horas antes da atividade, com alimentos leves e diversificados. Hidratação também é importante e traz muitos benefícios”, explica.

E como começar? Para Caroline Carvalho, o ideal é tentar se exercitar duas ou três vezes por semana, no mínimo. “Quando a pessoa decide se exercitar, há muita vontade no início, mas é preciso de cautela. Podemos começar com exercícios leves e trabalhando a respiração. Alongamentos leves, lentos, de pelos menos 30 segundos. Depois é preciso realizar um aquecimento de 15 minutos. Só então partir para o exercício físico. Sempre com moderação para evitar lesões”, ensina.

A especialista explica que isso é necessário para evitar o sedentarismo. “O indivíduo sedentário é aquele que não consegue fazer uma prática esportiva pelo menos duas ou três vezes por semana. Esta falta de mobilidade termina trazendo complicações, prejudicando as questões sociais e psicológicas e influenciando no humor e na socialização”.

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Como a necessidade de isolamento social teoricamente impede práticas esportivas, Caroline Carvalho ensina como adaptar a casa para se exercitar. “Perdemos um pouco da liberdade para fazer os exercícios, mas em casa temos alternativas boas e essenciais neste momento. Podemos fazer pequenos ajustes, como garrafas pet cheias, toalhas forrando o chão para exercícios que fortalecem o abdômen, uso de almofadas, utilização de pacotes de alimentos como resistência. Na internet existem profissionais sérios com aulas de graça. Está tudo mais fácil”, lembra.

Ela orienta, porém, que é preciso alguns cuidados para escolher aplicativos ou canais que ensinam a se exercitar. “No momento de buscar plataformas de exercícios, é necessário saber a procedência do profissional que está prescrevendo o treinamento. Buscar referências positivas, que sejam conhecidas, de profissionais comprometidos com a prática do exercício.”

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