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O que a polícia já sabe sobre morte de sócio de empresa de escolta no PR

Tiroteio em empresa de vigilância deixou mais duas pessoas feridas; saiba mais

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O que a polícia já sabe sobre morte de sócio de empresa de escolta no PR
Autor O delegado da Polícia Civil, Fabiano Moza, é responsável pelo caso - Foto: Reprodução CGN

A Polícia Civil investiga a morte do vigilante e sócio de uma empresa de escolta armada de Cascavel, que foi assassinado por colegas de trabalho na noite desta quinta-feira (24), no bairro Universitário. A vítima foi identificada como Gilmar Rodrigues Chaves, de 40 anos.

-LEIA MAIS: Vigilantes matam sócio de empresa de escolta armada no Paraná

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Segundo o comandante do 6° BPM (Batalhão de Polícia Militar), tenente-coronel Cicero Tenório, a ocorrência inicialmente registrada como roubo com refém. Uma ligação ao 190 alertou sobre um suposto roubo em andamento no local, o que levou ao envio imediato de viaturas.

“Chegamos e havia um veículo em frente ao local. Uma pessoa já estava alvejada ao solo, que seria funcionário da empresa. As portas estavam fechadas, houve negociação. Durante a chegada das equipes, disparos partiram de dentro da empresa em direção aos policiais, que revidaram. Após o confronto, dois homens se entregaram”, disse Cícero.

Os tiros que vitimaram o funcionário partiram dos próprios colegas, segundo a PM. “Não se tratou de um roubo. Os funcionários atiraram e mataram o terceiro funcionário que chegou. O motivo ainda será apurado”, disse o oficial da PM.

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O delegado da Polícia Civil, Fabiano Moza, explicou que os dois detidos serão ouvidos. “Os funcionários chegaram por volta das 19h. O terceiro funcionário foi até a empresa para verificar a situação e foi alvejado. A vítima estava sem documentos, mas seria um dos sócios da empresa. Um dos detidos trabalhava há algum tempo, e o outro estava em seu primeiro dia”, relatou.

Veja mais informações e entrevistas na CGN

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