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Londrina confirma mais 3 casos de varíola dos macacos

Do total de notificações, houve três confirmações a mais do que a semana anterior, totalizando seis casos confirmados da doença no município

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Londrina confirma mais 3 casos de varíola dos macacos
Autor Outros 17 casos são suspeitos, os quais estão sendo analisados em laboratório - Foto: Pixabay- ilustração

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Londrina divulgou, nesta terça-feira (30), novo boletim epidemiológico sobre a varíola dos macacos, também chamada de monkeypox. Em relação ao boletim da semana passada, aumentaram 12 casos notificados da doença, subindo de 33 para 45. Do total de notificações, houve três confirmações a mais do que a semana anterior, totalizando seis casos confirmados da doença no município.

Outros 17 casos são suspeitos, os quais estão sendo analisados em laboratório, 18 foram descartados, um teve resultado inconclusivo, um paciente não coletou o exame e dois são indeterminados, pois tiveram carga viral insuficiente, podendo ter os exames repetidos.

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De acordo com a diretora de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Fernanda Fabrin, dos seis pacientes que tiveram a confirmação da doença quatro estão em isolamento domiciliar e permanecerão em casa até que todas as lesões na pele, características da Monkeypox desapareçam e dois já encerraram isolamento. “Os pacientes suspeitos também estão isolados em casa e só sairão do isolamento após o resultado do exame, se a doença não for detectável”, informou.

A orientação da SMS de Londrina é que a população fique atenta aos sintomas da doença, em especial ao aparecimento abrupto de lesões pelo corpo, indiferentemente do motivo. Se isso acontecer, a pessoa deve procurar imediatamente um serviço de saúde, seja da iniciativa privada ou pública, para que um profissional de saúde possa fazer a avaliação e a condução correta do caso. Em Londrina, todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) estão preparadas para atender os casos suspeitos de Monkeypox.

Contágio e sintomas

A transmissão da varíola dos macacos entre humanos acontece, principalmente, por meio de contato pessoal com lesões na pele ou fluidos corporais de uma pessoa infectada ou objetos contaminados por pessoas já infectadas.

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A infecção causa erupções na pele que geralmente se desenvolvem pelo rosto e depois se espalham para outras partes do corpo. A pessoa infectada só deixa de transmitir o vírus quando as crostas desaparecem da pele. Além das erupções na pele, os principais sintomas são febre, seguido de adenomegalia (gânglios inchados) e dores (muscular e cefaleia).

Casos no Brasil e mundo

No Brasil, o primeiro caso da varíola dos macacos foi confirmado foi no dia 9 de junho, em São Paulo. No momento há 4.693 casos confirmados no país. São 48.652 casos no mundo, registrados em 10 países, e 17 óbitos.

Com informações, Tem Londrina

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