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Irmãos de 7 e 12 anos vítimas de incêndio em Maringá são velados

A casa da família pegou fogo no último dia 7 de novembro, mas o corpo das crianças só foi liberado do IML na noite desta quinta (9)

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Irmãos de 7 e 12 anos vítimas de incêndio em Maringá são velados
Autor As crianças foram encontradas abraçadas no quarto que dormiam - Foto: Reprodução/Redes sociais

Os corpos dos irmãos Jean Antônio Baierle da Silva, de 12 anos, e Cleber Rogério Cavalheiro da Silva, de 7, que morreram carbonizados vítimas de um incêndio em Maringá, no noroeste do Paraná, no último dia 7 de novembro, foram liberados pelo Instituto Médico Legal (IML) na noite desta quinta-feira (9), por meio de uma medida judicial.

As crianças estão sendo veladas na cidade desde então. Conforme informações, o sepultamento de Jean Antônio e Cleber Rogério está previsto para acontecer na tarde desta sexta-feira (10), às 14h30, no Cemitério Parque de Maringá.

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Os irmãos, que viviam com a avó e mais dois irmãos, dormiam no momento que o incêndio começou. O quarto em que eles estavam não tinha janelas e único acesso ao local era por dentro da residência. Segundo familiares, os pequenos foram encontrados abraçados.

- LEIA MAIS: Crianças que morreram em incêndio no PR foram encontradas abraçadas

A casa de esquina, localizada no cruzamento entre as ruas Pioneiro Lívio Olivo e Paisagista, foi quase completamente destruída pelo fogo. Ainda não há causas confirmadas sobre o que teria iniciado as chamas. No dia da tragédia, equipes do Corpo de Bombeiros e do Samu foram acionadas. Quando os socorristas chegaram, encontraram uma das vítimas, o irmão de 18 anos, com 90% do corpo queimado por tentar salvar as duas crianças.

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Paulo Sérgio, tio das crianças, contou ao portal GMC Online que a situação foi desesperadora. "Eu não tenho a mínima ideia. Não sei se foi carregador do celular que ocasionou, eu não sei. Só sei o transtorno, o desespero, né? A gente tentando socorrer e não poder, porque o fogo já tinha se alastrado. Minha mãe gritando aqui na rua e o meu sobrinho mais velho, que foi queimado, tentou entrar pra salvar os irmãozinhos dele, mas já era tarde, o fogo tava muito alto e não tinha o que fazer mais. Só o desespero, aflição demais, porque a gente vê uma pessoa se agonizando na morte e não poder salvar…Não tem palavra pra descrever, não. Não tem palavra pra descrever", disse bastante emocionado.

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