Idoso que levou mil picadas de abelha no PR recebe alta após uma semana
Paciente de 68 anos desenvolveu rabdomiólise devido à grande quantidade de veneno, mas apresentou recuperação da função renal e passa bem
Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline
O idoso de 68 anos que sobreviveu a um ataque de abelhas enquanto cortava a grama em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, recebeu alta hospitalar na tarde de segunda-feira (12). O paciente, que levou cerca de mil picadas, permaneceu internado por uma semana no Hospital Universitário da Universidade Estadual de Ponta Grossa (HU-UEPG).
-LEIA MAIS: Justiça dá 15 dias para VAL implantar 'Banco Rosa' sob pena de multa diária
Segundo o boletim médico divulgado pela instituição, o homem apresentou "melhora significativa" nos exames clínicos antes da liberação. A maior preocupação da equipe médica era a preservação da função renal, que não demonstrou disfunções associadas no momento da alta, apesar da gravidade do caso.
A internação prolongada foi necessária porque o paciente desenvolveu um quadro de rabdomiólise, desencadeado pela alta carga de veneno no organismo. A condição provoca a ruptura do tecido muscular, liberando substâncias na corrente sanguínea que podem sobrecarregar e paralisar os rins.
Apesar da quantidade massiva de picadas, o idoso deu entrada no hospital consciente, estável e respirando normalmente, sem sinais iniciais de choque. Contudo, exames de sangue posteriores confirmaram lesões musculares importantes, exigindo monitoramento intensivo pela equipe de clínica médica. Ele também passou por avaliação da Odontologia Hospitalar, que identificou apenas lesões leves nos lábios, sem infecção.
Relembre o caso
O incidente ocorreu na segunda-feira anterior, dia 5 de janeiro, no jardim da residência da vítima. Além do idoso, duas sobrinhas foram atingidas pelo enxame: uma jovem de 25 anos, que levou cerca de 20 picadas, e uma bebê de 11 meses, picada uma vez. Ambas passam bem e não precisaram de internação complexa.
O paciente seguirá agora com acompanhamento ambulatorial e orientações médicas em casa.
Com informações do g1
Últimas em Paraná
Mais lidas no TNOnline
Últimas do TNOnline