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Greve da enfermagem tem baixa adesão na região

Profissionais de Apucarana e Arapongas não participaram da paralisação que ocorre em nível nacional

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Profissionais da enfermagem de Apucarana e Arapongas, no norte do Paraná, optaram por não aderir à greve geral convocada para esta quarta-feira (21) em caráter nacional. De acordo com informações do Sindicato dos Empregados dos Estabelecimentos de Saúde de Apucarana e Região (SEESSA), apenas trabalhadores de Rolândia se uniram à paralisação.

De acordo com a presidente do SEESSA, Marli de Castro, aproximadamente 40 profissionais que trabalham em um estabelecimento de Saúde de Rolândia pararam suas atividades. Houve revezamento para não prejudicar o atendimento aos pacientes.

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LEIA MAIS: Texto que viabiliza piso da enfermagem pode ser votado semana que vem

A paralisação tem duração de 24 horas. Por conta disso, manteve escala de 30% dos profissionais trabalharam em três turnos. revezando a cada 3 horas"

- Marli de Castro, presidente do SEESSA,

Em assembleia realizada na terça-feira (20), os profissionais de Arapongas haviam aceitado entrar em greve, no entanto, recuaram. "Os profissionais de saúde de Arapongas na assembleia dia 20 aprovaram. Mas recuaram e não teve adesão dos 70% de profissionais de Saúde para paralisar neste dia 21 de setembro", disse a presidente do sindicato.

PARANÁ

Outras cidades do Paraná realizam manifestações, nesta quarta-feira (21), contra a suspensão do piso da enfermagem. Em Cascavel, no oeste do Paraná, profissionais se reuniram no Centro da cidade com cartazes, em uma vigília em frente à Catedral. A Direção de Enfermagem do Hospital Universitário informou que a manifestação se estende em um ato em frente à unidade.

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							Greve da enfermagem tem baixa adesão na região
AutorEm Cascavel, no oeste do Paraná, profissionais se reuniram no Centro da cidade com cartazes, em uma vigília em frente à Catedral - Foto: reprodução/G1

Em Curitiba, capital do Estado, o Hospital Pequeno Príncipe informou que cancelou a realização de cirurgias eletivas que estavam marcadas, entre terça-feira (20) e esta quarta-feira. Cerca de 45 procedimentos foram adiados, com a adesão de 50% dos profissionais no setor.

O Hospital Nossa Senhora das Graças informou que a unidade está se "organizando internamente com uma média de 75% do quadro de enfermagem", nesta quarta.

O Hospital do Rocio, em Campo Largo, na Região Metropolitana, informou que parte dos profissionais de enfermagem aderiu à greve, protestando na frente da unidade.

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Os atendimentos não foram afetados nos hospitais: Cajuru, Marcelino Champagnat, São Vicente, Angelina Caron, na Santa Casa de Curitiba, no Hospital do Trabalhador e no Hospital do Idoso Zilda Arns.

SUSPENSÃO DO PISO

Na última sexta-feira (16) o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria e referendou liminar deferida pelo ministro Luís Roberto Barroso que suspendeu o piso salarial nacional da enfermagem. A Lei 14.434/2022 estabeleceu piso salarial de R$ 4.750 para os enfermeiros, 70% desse valor para os técnicos de enfermagem e 50% para os auxiliares de enfermagem e parteiras. O piso nacional vale para contratados sob o regime da CLT e para servidores da União, estados e municípios, inclusive autarquias e fundações.

Em reunião remota, realizada na manhã de segunda-feira (19), o colégio de líderes do Senado Federal discutiu fontes de custeio para o piso salarial da enfermagem. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), apresentou uma série de medidas a serem analisadas, entre elas, a utilização de recursos do orçamento secreto para custear o piso e reverter a decisão do Supremo que suspendeu o projeto de lei 2.564/2020 (piso da enfermagem) aprovado em agosto no Congresso. Pacheco ainda deve conversar com Paulo Guedes, ministro da Economia, e com a presidente do STF, Rosa Weber.

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Da redação com informações do G1.

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