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LONDRINA

Gaeco mira policiais civis em operação contra venda de emagrecedores proibidos

Investigação aponta que policial afastado usou distintivo falso para subtrair ampolas de Tirzepatida avaliadas em R$ 70 mil

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Gaeco mira policiais civis em operação contra venda de emagrecedores proibidos
Autor Operação foi realizada nesta quinta-feira - Foto: MPPR/Divulgação

O Ministério Público do Paraná (MPPR), por meio do Gaeco de Londrina, deflagrou na manhã desta quinta-feira (12) a segunda fase da Operação Off Label. A ação investiga o comércio ilegal de medicamentos para emagrecimento proibidos no Brasil e cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão em Londrina, Foz do Iguaçu, Cascavel e no Rio de Janeiro. Entre os principais alvos estão dois policiais civis, sendo um aposentado e outro já afastado de suas funções, além de um terceiro suspeito detido na fronteira.

-LEIA MAIS: Rotam encontra drogas dentro de ventilador e prende suspeito em Apucarana

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A investigação teve início em janeiro, após a apreensão de cerca de 100 ampolas de Tirzepatida em um ônibus intermunicipal. O medicamento tem uso vetado pela Anvisa. De acordo com o Gaeco, o policial afastado teria utilizado arma de fogo e um distintivo falso para coagir funcionários da empresa de transporte e subtrair o material apreendido, avaliado em R$ 70 mil. A manobra foi realizada sob o pretexto de uma diligência oficial falsa para recuperar o produto ilícito.



							Gaeco mira policiais civis em operação contra venda de emagrecedores proibidos
AutorFoto: Reprodução

Esta nova etapa busca consolidar provas contra a organização criminosa, focando na apreensão de fármacos estrangeiros, drogas, valores em espécie e dispositivos eletrônicos. O trabalho conta com o suporte da Coordenadoria de Segurança e Inteligência do MP do Rio de Janeiro, da Polícia Civil de Londrina e da Corregedoria-Geral da Polícia Civil paranaense.

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Na primeira fase da operação, ocorrida em fevereiro, o policial civil de Londrina já havia sido preso preventivamente. Ele responde pelos crimes de roubo majorado, uso de arma de fogo e venda ilegal de produtos terapêuticos. As ordens judiciais expedidas hoje visam identificar outros envolvidos na cadeia de distribuição e lavagem de dinheiro proveniente do mercado paralelo de emagrecedores.


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