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Ex-professor acusado de matar diretor de campus da UENP é condenado

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Ex-professor acusado de matar diretor de campus da UENP é condenado
Autor Foto: Reprodução/RPC

O ex-professor Laurindo Panucci Filho, acusado de matar o diretor do campus da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) de Cornélio Procópio, no norte do Paraná, foi condenado a 21 anos e quatro meses de prisão. O julgamento foi realizado na quinta-feira (11) e durou mais de 11 horas.

A sessão do júri começou às 10h e terminou por volta das 23h. O julgamento foi transmitido pela internet. Quatro testemunhas de acusação e três de defesa foram ouvidas ao longo do julgamento, além do próprio acusado.

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Panucci Filho foi condenado por homicídio triplamente qualificado, o crime foi cometido por motivo fútil, por uso de meio cruel e porque a vítima não teve condições de se defender.

Conforme a decisão, o réu cumprirá a pena inicialmente em regime fechado e pode recorrer da decisão, desde que fique preso.

A família de Sérgio Roberto Ferreira, diretor do campus da UENP, disse, ao fim do julgamento, que está um pouco mais aliviada com a situação, pois o acusado recebeu a condenação máxima.

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"Dentro do que é possível foi feito. Era o que esperávamos. Vamos continuar a vida sempre com muita saudade e com muita dor", disse a filha de Sérgio Roberto Ferreira.

O caso

Sérgio Ferreira tinha 60 anos e morreu depois de ser agredido com golpes de machadinha dentro do campus da UENP. Panucci Filho chegou a fugir, mas foi preso no interior de São Paulo, segundo a polícia.

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Escutas telefônicas revelaram que o professor ligou para o diretor combinando um encontro com ele na diretoria do campus após ter recebido uma advertência.

Em depoimento, Laurindo Panucci Filho confessou o assassinato, disse estar arrependido e negou ter planejado o crime.

Depoimento

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No julgamento, o ex-professor deu detalhes do que aconteceu no encontro com a vítima. Disse que após ser advertido por mau comportamento, decidiu falar com o então diretor do Campus para tentar entender os motivos e saber como poderia recorrer daquela medida.

A advertência seria encaminhada para o setor de Recursos Humanos da universidade e seria inserida na ficha funcional do ex-professor.

"Me sentei na frente dele [Sérgio Ferreira], mostrei os papeis e pedi para ele o que podia fazer. Naquele dia estranhei o humor do diretor, ele sempre era uma pessoa solícita, mas naquele dia estava sarcástico, ríspido. Disse que eu tinha que resolver o problema com o meu chefe de departamento. Em certo momento afirmou que levaria o caso para a reitora da universidade . Foi então que contestei, disse que o caso não precisava chegar na reitoria, era só ele me dizer como eu podia recorrer", contou o ex-professor.

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Depois disso, Laurindo Panucci Filho relatou que os ânimos se exaltaram, e que o diretor do campus aumentou o tom de voz e ameaçou dar outra advertência.

"Nos xingamos. Quando guardei os documentos na minha bolsa, ele viu a machadinha e puxou a bolsa. Eu puxei a ferramenta e ele ficou a bolsa. Não foi nada premeditado. Estava ali para tentar uma solução para o meu caso", esclareceu o ex-professor.

Com informações de: G1/RPC

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