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Estudo da CNT revela qual é a "rodovia da morte" no Paraná

Única estrada federal concentra 25,7% do tota de mortes no Estado; saiba qual

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Estudo da CNT revela qual é a
Autor BR-277 concentra, sozinha, mais de um quarto de todos os acidentes em rodovias federais no Estado - Foto: Roberto Dziura Jr/AEN

A Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgou, nesta quarta-feira (11), o Guia CNT de Segurança nas Rodovias Brasileiras 2026, trazendo dados sobre a circulação nas estradas federais que cortam o País. O estudo, que tem como período de referência os 12 meses de 2025, aponta a BR-277 como a rodovia mais crítica do Paraná, liderando tanto em número de ocorrências quanto em fatalidades.

-LEIA MAIS: Motocicleta com mais de R$ 20 mil em multas é apreendida em Arapongas

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Ao todo, o Paraná registrou 7.616 acidentes nas rodovias federais no período analisado. Essas ocorrências resultaram em 8.525 feridos e ceifaram a vida de 592 pessoas. A média estadual indica uma letalidade preocupante: ocorreram cerca de 8 mortes a cada 100 acidentes.

A BR-277 concentra, sozinha, mais de um quarto de todos os acidentes em rodovias federais no Estado. Segundo a CNT, foram 2.155 ocorrências nesta via (28,3% do total) e 152 mortes (25,7% do total).

O estudo foi capaz de isolar os 10 quilômetros mais perigosos do Paraná. O trecho compreendido entre o km 0 e o km 10 da BR-277 é o campeão absoluto em periculosidade, registrando 214 acidentes e 9 mortes em apenas um ano.

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Outros pontos de atenção máxima para os motoristas incluem no Paraná são a BR-116 (km 110 ao 120), com189 acidentes e 6 mortes e a BR-376 (km 600 ao 610), que registrou 76 acidetes e 9 óbitos.

A principal causa de acidentes foi a reação tardia ou ineficiente do condutor, responsável por 1.331 oc orrências (17,5%). A colisão é o tipo de acidente mais recorrente, representando 61% dos casos.

No entanto, quando se analisa o que efetivamente mata nas estradas, a imprudência grave aparece no topo. Transitar na contramão foi a principal causa de mortes, resultando em 92 óbitos (15,5% do total de vidas perdidas). Atropelamentos também possuem alta letalidade, respondendo por 16% das mortes, apesar de representarem apenas 4,4% dos acidentes.

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Além do fator humano, as condições da via jogam contra a segurança. A pesquisa da CNT avaliou a extensão das rodovias e constatou que 51,4% da malha apresenta algum tipo de problema.

Foram identificados 16 pontos críticos ao longo das rodovias paranaenses. Entre os piores trechos rodoviários avaliados (classificação geral "Regular"), destacam-se segmentos da BR-280, BR-158 e BR-476.

Para o motorista que vai pegar a estrada neste início de 2026, o recado dos dados é claro: a atenção deve ser redobrada, especialmente na BR-277 e nos trechos de serra da BR-376, onde a infraestrutura deficiente e a possibilidade de erro humano criam uma combinação fatal. Veja o estudo na íntegra aqui

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Veja o estudo no Paraná



							Estudo da CNT revela qual é a
AutorFoto: CNT Reprodução



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