Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Paraná

publicidade
SAÚDE

Curitibano é o primeiro brasileiro a poder importar cannabis; confira

O paciente, de 61 anos, utiliza a cannabis para tratar glaucoma, uma doença ocular causada principalmente pela elevação da pressão intraocular

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Curitibano é o primeiro brasileiro a poder importar cannabis; confira
Autor A cannabis medicinal pode impactar tratamentos e pesquisas clínicas e beneficiar mais de 18 milhões de brasileiros - Foto: Divulgação

Um paranaense é o primeiro brasileiro a ter autorização para importar cannabis in natura produzida no Uruguai. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a autorização nesta quinta-feira (17), para o tratamento de uma doença ocular.

A decisão considera os requisitos definidos pela Resolução RDC nº 660, de 30 de março de 2022, e libera a importação de produtos conforme prescrição de profissional legalmente habilitado. O homem é morador de Curitiba, capital do Estado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

LEIA MAIS: Governo libera construção de Ambulatório Médico em Ivaiporã

O paciente, de 61 anos, utiliza a cannabis para tratar glaucoma, uma doença ocular causada principalmente pela elevação da pressão intraocular. Com validade de 2 anos, a medida cita a planta produzida pela PUCMED, empresa uruguaia licenciada e autorizada a cultivar, comercializar e exportar cânhamo Industrial e Cannabis Medicinal.

“A partir desta intermediação, estima-se um faturamento de mais de 600 mil dólares por ano para o setor, com previsão de aumento exponencial”, comenta o CEO da PUCMED, Dr. Alfonso Cardozo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Cannabis (ABICANN), a cannabis medicinal pode impactar tratamentos e pesquisas clínicas em dezenas de especialidades médicas e beneficiar mais de 18 milhões de brasileiros.


Fonte: Informações da RicMais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Paraná

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline