Crianças saem de escola sem serem notadas e andam sozinhas pelas ruas
Pai de uma das crianças informou que descobriu o sumiço da filha após um familiar ir buscá-la na escola e notar a demora para entregarem a menina
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Um portão aberto deu liberdade a duas crianças, de 5 e 6 anos, que saíram de uma escola sem serem notadas. Após saírem da instituição, ambas ficaram perambulando sozinhas pelas ruas de Curitiba. O fato foi registrado na última quinta-feira (28) e boletins de ocorrência foram registrados a respeito do caso. Entenda abaixo.
De acordo com informações do G1, as alunas teriam se deparado com o portão do estabelecimento de ensino aberto. Mais de uma hora depois, uma das crianças foi encontrada por um morador do bairro e levada de volta para a escola. A outra aluna entrou em uma sorveteria e uma trabalhadora do local chamou a polícia.
"Ela entrou, eu dei um picolé para ela e fiz com que ela se acalmasse. Ela falou que fugiu da escola com a amiguinha porque a amiguinha queria tomar um sorvete. Foi isso que ela me falou", disse a responsável por acionar as autoridades, identificada como Joice.
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Nenhuma das crianças se feriu ao deixar a escola.
Em uma entrevista ao site G1, o pai de uma das crianças informou que descobriu o sumiço da filha depois que um familiar foi buscá-la na escola e notou a demora para entregarem a menina.
"Pela demora, ele perguntou o que tinha acontecido e ele foi informado que tinha acontecido um acidente com a minha filha. Eu fui avisado muito tarde, mais de uma hora depois que a minha filha sumiu. Ainda paira no ar a dúvida do que aconteceu durante essa 1h30, ou mais, que elas estavam na rua totalmente desacompanhadas", desabafa um deles, que preferiu não se identificar.
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O pai de uma das crianças envolvidas registrou a ocorrência na Polícia Militar (PM). O outro fez um Boletim de Ocorrência (B.O) no Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), que deve investigar o caso.
"É uma experiência que, da maneira que a gente passou, é totalmente traumática, tanto para gente quanto para as crianças. A falta de comunicação, a falta de respeito e de amparo… Foi bem grave", diz o pai de uma das meninas.
As informações são do G1.
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