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Cliente que xingou frentista de "macaco" é condenado a prisão no PR

Trabalhador também foi ameaçado e chamado de "neguinho" e "nordestino dos inferno"

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Cliente que xingou frentista de
Autor Caso aconteceu em 13 de outubro de 2023 - Foto: Reprodução/Redes sociais

O cliente que foi filmado xingando um frentista de um posto de combustíveis de Curitiba (PR) de "macaco", "neguinho" e "nordestino dos inferno", foi condenado a cinco anos de prisão. Um operador de caixa também foi alvo dos comentários racistas feitos por Marcelo Francisco da Silva. Veja vídeo no final da matéria.

?? RELEMBRE: Frentista é alvo de racismo em posto na capital do PR: "Seu neguinho"

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A situação aconteceu no dia 13 de outubro de 2023, e um vídeo do momento foi registrado em vídeo por um outro funcionário do estabelecimento. Na gravação, Marcelo, que se identifica como empresário, aparece discutindo com o trabalhador e começa a intimar a vítima enquanto fala palavras ofensivas. "Eu sou empresário! Você vem me tirar? [...] Eu pago três vezes mais para vim te chamar de neguinho. Nordestino dos inf3rn0."

Marcelo foi condenado pelos crimes de injúria, ameaça e vias de fato, agravados pelo motivo fútil e reincidência. Além disso, a Justiça definiu também que ele deverá pagar R$ 20 mil por danos morais a uma das vítimas. A condenação prevê o regime inicial fechado. No entanto, Marcelo poderá recorrer em liberdade.

Enquanto espera o resultado do recurso, ele deverá cumprir as medidas cautelares impostas ao longo do processo. Ou seja, deverá ser monitorado por tornozeleira eletrônica, manter distância de pelo menos de 200 metros do posto de combustíveis e está proibido de manter contato com as vítimas por qualquer meio.

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O advogado que representa as vítimas, Igor Ogar, comemorou a condenação. "Diante de uma das maiores penas do Brasil, esse caso paradigmático nos mostra que a língua de pessoas mal intencionadas podem levá-las a prisão. Pois na própria sentença condenatória o juiz ficou que o regime inicial deverá ser fechado", afirma em nota.

Ainda segundo a sentença, uma das vítimas largou o emprego no posto de combustíveis depois do crime. O trabalhador relatou que passou a sentir medo após as ameaças, especialmente por ter uma esposa e um filho. A outra vítima, que já era considerada uma pessoa reservada, se tornou ainda mais recluso, sentindo-se mais triste e evitando sair de casa.

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Fonte: informações g1.

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