Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Paraná

publicidade
PARANÁ

Buscas por vítimas de deslizamento na BR-376 seguem nesta quinta (1º)

De acordo com os bombeiros, a estimativa é que pelo menos 30 pessoas estejam desaparecidas

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Buscas por vítimas de deslizamento na BR-376 seguem nesta quinta (1º)
Autor O acidente ocorreu na última segunda-feira (28) - Foto: Adryel Pabst/Prefeitura de Garuva

As buscas pelas vítimas de deslizamento na BR-376, em Guaratuba, no litoral do Paraná, continuam nesta quinta-feira (1º). Segundo o Corpo de Bombeiro e a Defesa Civil, os trabalhos foram retomados por volta das 6h30. Este é o terceiro dia de buscas.

As autoridades informaram que há, pelo menos, 30 pessoas desaparecidas. Além dos trabalhos manuais, os socorristas contam com a ajuda de equipamentos tecnológicos para encontrar as vítimas, como, por exemplo, um drone com câmera termal. O aparelho foi empregado nas buscas nessa quarta-feira (30).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Leia também: Imagens aéreas mostram destruição após deslizamentos no PR e SC; veja

O acidente aconteceu na última segunda-feira (28). As barreiras de terra que ficam ao lado da rodovia cederam sobre o km 669 e atingiram ao menos 10 carros de passeio e seis carretas. Os veículos foram arrastados pela lama.

Até o momento, duas mortes foram confirmadas e seis pessoas foram resgatadas com vida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não há previsão de liberação da pista.

Risco de desabamento

A situação pode ficar ainda mais delicada, pois, de acordo com a Defesa Civil, o trecho da rodovia atingido pelo deslizamento de terra corre risco de desabar.

De acordo com o Coordenador da Defesa Civil do Paraná, coronel Fernando Shunig, o trecho da rodovia está totalmente instável. "Essa terra tem um peso muito grande sobre a pista, e uma pista que está sobre uma região suspensa, correndo o risco, inclusive, de desabar a pista. É um cenário muito complexo de ser trabalhado", disse Shunig.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O comandante do Corpo de Bombeiros do Paraná, coronel Manoel de Figueiredo Junior, afirmou que o local tem alto risco de novos deslizamentos.

O geólogo Renato Lima, do Centro de Apoio Científico em Desastres da Universidade Federal do Paraná (Cenacid/UFPR), avalia que o trabalho de retirada da terra só deve engrenar quando parar de chover. Ele reitera que o monitoramento das encostas deve ser feito permanentemente.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Paraná

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline