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Brasileiros cruzam Ponte da Amizade e abastecem no Paraguai

Segundo frentistas de Cidade do Leste, a cada 10 motoristas que abastecem, quatro são brasileiros.

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Brasileiros cruzam Ponte da Amizade e abastecem no Paraguai
Autor Foto: Giovan Zanardi/RPC

Com a crescente alta do combustível, brasileiros têm cruzado a Ponte Internacional da Amizade para abastecerem seu veículos em Cidade do Leste, no Paraguai. O município está ligado ao Brasil por Foz do Iguaçu, oeste paranaense.

O policial José Cleber de Morais Silva é um dos motoristas que abastece no país vizinho. Ele contou que com o que economizou, vai investir no turismo de Foz do Iguaçu durante o passeio em família.

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"Dá para fazer muita coisa. Visitar as Cataratas, o Parque das Aves, o lazer em si em Foz", disse.

Com movimento intenso de veículos na Ponte da Amizade, PRF dá orientações de segurança para turistas

De acordo com os frentistas de Cidade do Leste, de cada 10 carros que param para abastecer no posto, quatro são do Brasil.

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Conforme os brasileiros, o deslocamento é pequeno de Foz do Iguaçu até o posto que fica a dois quilômetros da Ponte da Amizade, por isso, compensa a economia. Já que o litro da gasolina no país vizinho custa em média R$ 4,50.

O valor médio da gasolina em Foz do Iguaçu está em R$ 5,79, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP). Entretanto, em alguns postos o preço passa de R$ 6.

"Só nesta abastecida são 44 litros, economizo R$ 73 [em Cidade do Leste]. A cada 4 a 5 tanques abastecidos, você ganha um tanque [na economia]", contou o construtor Márcio Tessaro, que gasta cerca de quatro tanques por mês.

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Para evitar o movimento da ponte, muitos vão para o Paraguai no período da noite.

Em 2021, a gasolina teve nove aumentos que foram puxados por fatores externos, como os preços regulados pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).

O aumento acumulado é de 27% da janeiro a julho.

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"Além de produzir, nós importamos petróleo também. Então nós temos, além disso, o câmbio. Se o câmbio é desfavorável, automaticamente vai alterar os nossos preços internos", explicou o economista Nilson Nagata.

Com informações: G1

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