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SARANDI

Bebê internada com cocaína no organismo após maus-tratos no PR recebe alta e vai para abrigo

Criança deu entrada no hospital com apenas 14 dias de vida. Pai está preso e alegou à polícia que a mãe usou a droga antes de amamentar a bebê

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Bebê internada com cocaína no organismo após maus-tratos no PR recebe alta e vai para abrigo
Autor A bebê ficou internada na Santa Casa de Maringá - Foto: Facebook Santa Casa

A recém-nascida que foi internada em estado grave com lesões corporais e presença de cocaína no organismo recebeu alta hospitalar nesta segunda-feira (6), em Maringá, no Norte do Paraná. A bebê, cuja família é de Sarandi, deu entrada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal da Santa Casa com apenas 14 dias de vida e permaneceu quase um mês sob cuidados médicos. Com o quadro de saúde estabilizado e sem necessidade de acompanhamento intensivo, ela deixou a unidade e foi encaminhada diretamente para uma instituição de acolhimento, passando a ficar sob a guarda provisória do Estado.

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O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que apura as circunstâncias dos maus-tratos. Durante o período de internação, os laudos médicos confirmaram as agressões físicas e a intoxicação pelo entorpecente, embora tenham descartado a hipótese inicial de abuso sexual. O pai da recém-nascida foi preso preventivamente no início das investigações. Em seu depoimento às autoridades, ele tentou transferir a responsabilidade ao afirmar que a mãe da menina consumiu cocaína pouco antes de amamentá-la, versão que foi incorporada ao inquérito e continua sendo checada pelos investigadores.

Com a alta hospitalar, o Conselho Tutelar de Sarandi concentra os esforços na busca por membros da família extensa, como avós e tios, que tenham estrutura e condições legais para assumir a guarda da criança de forma segura. A possibilidade de entregar a menina à avó paterna foi rapidamente descartada pelos conselheiros devido à proximidade e ao vínculo com o homem preso, cenário considerado de risco para o bebê.

Atualmente, os órgãos de proteção analisam o perfil de parentes maternos que moram no estado de Minas Gerais. Caso as avaliações concluam que a reintegração familiar não é viável ou não atende ao melhor interesse da criança, a recém-nascida será destituída do poder familiar e oficialmente encaminhada para o processo de adoção.

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