Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Paraná

publicidade
JUSTIÇA

Assassinos de jornalista paranaense são condenados a 37 anos de prisão

Eles foram condenados pelo crime de extorsão com resultado morte, com penas de 40 anos de prisão para Alisson e 37 anos para Jhonatan

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Assassinos de jornalista paranaense são condenados a 37 anos de prisão
Autor O jornalista foi encontrado morto dentro de sua casa, com as mãos amarradas e amordaçado - Foto: Redes Sociais

O Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) condenou Jhonatan Barros Cardoso e Alisson Henrique de Cristo Gonçalves pela morte do jornalista Cristiano Luiz Freitas, de 46 anos, ocorrida em março de 2025, em Curitiba (PR). Eles foram condenados pelo crime de extorsão com resultado morte, com penas de 40 anos de prisão para Alisson e 37 anos para Jhonatan.

📰 LEIA MAIS: Tornado atinge o Paraná e deixa rastro de destruição em São José dos Pinhais

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O jornalista foi encontrado morto dentro de sua casa, com as mãos amarradas e amordaçado. Segundo a investigação, Jhonatan conheceu a vítima por um aplicativo de relacionamento e foi até a residência dela. Câmeras de segurança registraram a chegada e, cerca de dez minutos depois, a fuga do suspeito.

📲 Clique aqui e receba as notícias pelo grupo do TNOnline no WhatsApp

Vizinhos acionaram a polícia após ouvir gritos. Ao entrar na casa, encontraram o corpo. A Justiça entendeu que os réus usaram violência para constranger a vítima e obter vantagem financeira, crime equiparado ao latrocínio (roubo seguido de morte).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Jhonatan foi preso dois dias após o crime e Alisson, um mês e meio depois. As investigações revelaram que Jhonatan já tinha passagens por roubo e extorsão contra outras vítimas, usando o mesmo método de marcar encontros por aplicativos e depois ameaçá-las com arma de fogo para realizar transferências via PIX.

Cristiano Luiz Freitas, formado na PUC-PR, era especialista em cinema e atuava na produção de conteúdo para diversas mídias, com destaque para projetos infantojuvenis.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Paraná

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline