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Acusados de série de homicídios em PG são presos

Os dois foram localizados quarta-feira (20), em Paranaguá

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Acusados de série de homicídios em PG são presos
Autor Prisões aconteceram em Paranaguá, na quarta-feira - Foto: aRede

A Polícia Civil de Ponta Grossa confirmou na tarde desta quinta-feira (21), as prisões de Erick Henrique da Silva da Rocha e Eduardo Ferreira, acusados de envolvimento em série de assassinatos ocorridos a partir da metade de 2020. Os dois foram localizados quarta-feira (20), em Paranaguá.

Durante a abordagem, eles se identificaram com nomes falsos. No veículo foi localizada uma pistola 9 mm, com carregador estendido e numeração suprimida. Um terceiro homem foi preso nessa operação.

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Em nota encaminhada à imprensa, a 13ª SDP informou que essa série de execuções eram similares, e extremamente violentas, com dezenas de disparos e sem qualquer possibilidade de defesa vítima.

‘Identificou-se, com o aprofundamento das investigações, que os autores integrariam uma organização criminosa, praticando homicídios em face de integrantes de grupos rivais, tendo, também, como motivação a disputa por território ou mesmo em decorrência de alguns traficantes se negarem a comprar droga da respectiva organização, razão pela qual não só os autores dos homicídios possuem extensa ficha criminal, como, também, a grande maioria das vítimas’, informou a delegacia.

Os policiais civis de Ponta Grossa têm trabalhado arduamente desde o início desta série de homicídios, representado e cumprido uma série de medidas judiciais, mormente, mandados de busca e apreensão (dezenas), inclusive, muitos dos quais com o apoio dos demais órgãos de segurança pública. Após intenso trabalho de investigação, a Polícia Civil, por intermédio da autoridade policial que preside as investigações, representou-se pelas medidas cautelares de prisões cabíveis.

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Segundo a nota da 13ª SDP, após o deferimento das prisões pelo Poder Judiciário, em outubro de 2021, a Polícia Civil, em Ponta Grossa, divulgou a identidade de três integrantes desta organização criminosa, tendo, um deles (José Raylan de Lima) sido preso em dezembro de 2021.

Desde então, realizou-se uma força-tarefa, envolvendo, Polícia Civil, Polícia Militar, Guarda Municipal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Rodoviária Estadual e Deppen com a finalidade de prender os envolvidos com os crimes em questão, assim como com a finalidade de prevenir novos delitos, os trabalhos da força-tarefa resultaram em diversas prisões, assim como na apreensão de várias armas.

Com informações: aRede

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